<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721</id><updated>2012-02-16T12:46:39.855-03:00</updated><category term='Conto'/><category term='Crônica'/><title type='text'>B O L A G O A N A</title><subtitle type='html'>Contando o futebol das Alagoas (e do Br) em crônicas e contos</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>36</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-2509529971469635339</id><published>2008-05-06T00:34:00.002-03:00</published><updated>2008-05-06T00:37:14.906-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Alagoas: dois campeões</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Crônica&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Não, não estou falando do CRB e do CSA, sagrados, merecidamente, campeões regionais, respectivamente ontem e hoje, o primeiro na categoria juniores e o segundo na profissional. Refiro-me a campeões desta última. Em Alagoas há, hoje, dois campeões. Ambos com mérito. Um, já registrei acima, é o alvi-celeste. O outro é o Flamengo. Sim, o rubro-negro carioca!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É impressionante a festa que fizeram — devem estar, ainda, acho (são 23:30h do domingo, neste momento) — os torcedores do time do Rio de Janeiro na capital das Alagoas, seja por torcedores do CSA, que se sentiram agraciados duplamente com os dois campeonatos vencidos, seja pelos do CRB, que enxergaram no clube da Gávea um alento frente ao insucesso do seu time nativo, seja, certamente, pelos do ASA, que viram no Flamengo um consolo ainda maior à queda frente ao time do Mutange.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim, no fim das contas, todos tinham algo a comemorar, um clube para exaltar, uma razão para alegrar-se, um motivo de júbilo para encher os bares e desfilar com suas bandeiras em buzinaços pelas ruas de Maceió. Não comparável, naturalmente, aos tão-somente torcedores do azul, ou aos rubro-negros-azulinos — vencedores duas vezes —, mas, de qualquer modo, entre mortos e feridos salvaram-se todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ops! Quase todos. Para aqueles torcedores exclusivamente do ASA ou do CRB, ou destes junto a outro time do Rio de Janeiro ou São Paulo (exceto o já citado Flamengo e o Palmeiras) não houve consolo, não restou alternativa. Tiveram mesmo que amargar a derrota (ou insucesso) experimentado na jornada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí fiquei pensando... Acho que a melhor saída para evitar o sofrimento por uma disputa mal-sucedida é mesmo torcer por vários times, de vários estados. Assim, você pode torcer pelo da terra, por um do Rio, outro de São Paulo, quem sabe algum de Porto Alegre, além, deixa ver, de Belo Horizonte. Pronto! Não é possível que você não venha a ter motivo para comemorar. Mais: você poderá associar-se e contribuir financeiramente com todos (repartir o pão é belo), inclusive quando jogar na Timemania, afinal você terá vários times do coração. E o melhor: não precisa se preocupar com o destino do time de sua cidade. Afinal, no seu insucesso — ou morte, que importa? —, você sempre terá a televisão para torcer pelo de fora. Legal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;_______________&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;Escrito nos últimos minutos do domingo (04/05)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tb publicado no sítio &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.futebolalagoano.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Futebolalagoano.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-2509529971469635339?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/2509529971469635339/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=2509529971469635339&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/2509529971469635339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/2509529971469635339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2008/05/alagoas-dois-campees.html' title='Alagoas: dois campeões'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-1795382093999495365</id><published>2008-04-28T23:36:00.003-03:00</published><updated>2008-04-28T23:50:20.116-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Torcedores do ASA: bela lição</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Crônica&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Não foi o fato de o jogo ser à noite, no meio da semana, e em Maceió, que desanimou o torcedor do ASA a comparecer ao Trapichão na última quarta-feira (16/04), para apoiar seu time. Compareceu, e em bom número, considerada a média de público do alagoano. Havia torcedores do alvinegro na parte da arquibancada que lhe fora reservada e nas cadeiras. Proporcionalmente, repito, e consideradas as circunstâncias adversas já referidas, foi um ótimo público. Não foi, tampouco, uma torcida silenciosa. Algumas vezes foi a torcida que mais se fez ouvir no estádio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não foi o fato de o jogo seguinte ser num domingo (20/04), véspera de feriado, que desanimou o torcedor do ASA a comparecer ao Coaracy, em data de ontem, para apoiar seu time. Praticamente lotou as arquibancadas que lhe foram reservadas, além das cadeiras, estas tomadas na sua quase totalidade por torcedores arapiraquenses. Deram um espetáculo à parte, uma lição de humildade, de confiança, de valorização, de vibração, de alegria, de amor ao clube, às suas cores, à sua terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui aos dois jogos. Num futebol tão desprezado, achincalhado, traído e desorganizado como é o alagoano, deu gosto de ver o interesse e a participação do torcedor do ASA. Parabéns ao ASA, por seus torcedores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto aos do CRB, parece que se tornaram “de época”. Como carnaval, por exemplo, que tem “de época” e “fora de época”. A época, para seus torcedores? Apenas o Brasileiro da Série B. Campeonato alagoano seria “fora de época”, muito ruim, “vou não”. Só isto para explicar a ausência quase absoluta no Coaracy, ontem, e a pouca presença no Trapichão, na última quarta-feira. Resta dar os parabéns aos que ainda são “de todas as épocas”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;___________&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Escrito em 21/04/2008&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Tb postado no sítio Futebolalagoano.com, em 22/04/2008&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-1795382093999495365?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/1795382093999495365/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=1795382093999495365&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/1795382093999495365'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/1795382093999495365'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2008/04/torcedores-do-asa-bela-lio.html' title='Torcedores do ASA: bela lição'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-2183472354286966775</id><published>2008-04-14T22:09:00.002-03:00</published><updated>2008-04-14T22:10:49.799-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Retrato do desinteresse</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Crônica&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Minha Mãe do céu... (com todo respeito à Mãe de Nosso Senhor, por estar sendo trazida a uma crônica mundana), é impressionante o desinteresse dos torcedores de CRB e CSA em assistir aos jogos de seus próprios times, inclusive quando jogam entre si, o que é ainda mais triste — embora há muito deixou de ser surpresa —, como pude constatar (mais uma vez!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem, no Trapichão, repetiu-se o fiasco verificado no Coaracy. E se foi menor, porque maior o público presente, proporcionalmente talvez tenha sido até pior, já que o jogo se deu na casa das duas torcidas respectivas. Oficialmente, não havia 5.500 pessoas. Alguns dizem que havia mais. Não sei. De qualquer modo, enganados ou não, de novo assistiu-se ao Clássico dos Gatos Pingados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desinteresse é fato. Quais as razões, desta vez? A insegurança dentro e fora do estádio? Penso que não. Dentro, ao contrário de algumas previsões alarmantes, a divisão do estádio, partindo do centro das grandes arquibancadas em direção aos extremos, pareceu-me a melhor providência até hoje tentada. Os torcedores, de um e de outro time, simplesmente não se encontram. Talvez o número de policiais tenha sido pequeno, mas isto cabe à área responsável avaliar, para o futuro. Fora do estádio, aí sim, o resultado foi aquém, muito aquém do desejado, merecendo ser aprimorado, sem dúvida. Seja como for, a insegurança não me parece traduzir a causa do desinteresse. Fosse assim, um Bahia x Vitória não encheria seu estádio, ou um Sport  x Náutico, e por aí afora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, penso que o motivo principal reside no interesse pelos jogos de clubes de fora, ontem televisionados, além do próprio CSA x CRB, também transmitido pela TV. Ou se desconhece que a parcela dos torcedores azulinos e regatianos que também torcem por clubes do sudeste do país estava à frente da TV na tarde de ontem? Urge o fortalecimento dos times de Alagoas. Mas a torcida precisa apoiar. Aliás, a transmissão do jogo alagoano para a capital foi um desserviço ao futebol da terra, nota ruim nesse bem-vindo trabalho da TV Pajuçara/Record.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, se torço por um time de fora, além do da minha terra, é porque acho que o meu não presta, ou presta pouco. E aí, na hora “h”, não é nada difícil optar-se pelo de fora, mais rico e poderoso, até porque gostamos do que é dos outros. E como! Entretanto, observe se um  carioca, paulista, gaúcho oumineiro torce por clube de outro estado? Ou um recifense? E é por isto que este tema vem se tornando tão recorrente. De qualquer sorte, resta a conscientização, que é, entretanto, lenta. Mas água mole em pedra dura...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;____________&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Também postado no sítio &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.futebolalagoano.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;futebolalagoano.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-2183472354286966775?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/2183472354286966775/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=2183472354286966775&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/2183472354286966775'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/2183472354286966775'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2008/04/retrato-do-desinteresse.html' title='Retrato do desinteresse'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-5905375418310847391</id><published>2008-04-08T21:55:00.001-03:00</published><updated>2008-04-08T21:58:34.687-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Bons ventos no futebol alagoano</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Crônica&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Em primeiro lugar — não por ordem de importância —, o bom desempenho dos mais tradicionais clubes do estado, CRB e CSA, no Campeonato Alagoano/2008, é um ótimo vento. Fazia muito tempo que seus torcedores não se viam realmente entusiasmados com seus clubes no certame estadual. E penso que a última derrota sofrida por cada qual não alterou esse quadro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vésperas do seu início, o CSA vivia uma crise gravíssima, amplificada pelo tumultuado afastamento da diretoria anterior, que até então vinha mantendo o time vivo com a realização de diversos amistosos, parceria com o Capelense, e contratações apalavradas para a temporada/2008. Mas surpreendentemente recuperou-se, contratou jogadores experientes e foi às semifinais. Agora, no 2° turno, e de técnico novo, está novamente classificado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CRB, depois da boa campanha no Brasileiro da Série B/2007, começou o novo ano com o fortalecimento de sua diretoria: 4º colocado no Regional e 8° lugar no Brasileiro,  parcerias com o Atlético/MG e com a RT Sports mantidas, expectativa (depois não confirmadas) de manutenção da base do time da Série B, e contratação, já para o Alagoano, do novo ídolo da torcida alvirrubra, Jr. Amorim. Entretanto, tão-logo iniciado o certame, viu-se um time formado em sua quase totalidade por garotos, conduzidos por um técnico que, infelizmente, não convenceu. Resultado: péssima campanha no 1° turno. Agora, porém, e, como o arqui-rival, também de técnico novo, encontrou seu melhor futebol até aqui, encontrando-se, atualmente, na liderança de seu grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo caminha, portanto, para um grande jogo no próximo domingo — nos moldes dos emocionantes clássicos já vividos por seus torcedores, principalmente os mais velhos —, quiçá, também, nas semifinais que se avizinham.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em segundo lugar, destaco a excelente, pacífica e respeitosa campanha “Torça apenas pelo time do seu estado”, lançada por um grupo de jovens torcedores regatianos. É, talvez, a melhor coisa acontecida no futebol alagoano nos últimos anos. Porque o futebol desta terra agoniza não só por causa de alguns dirigentes ao menos incompetentes que já passaram, ou da mídia grande do sudeste/sul (ou mesmo de parcela da alagoana), que nos entopem de futebol carioca e paulista goela abaixo, cooptando nossos ex-jovens de ontem e os de hoje. Nós, torcedores alagoanos, temos imensa parcela de responsabilidade, seja quando valorizamos os clubes de fora em detrimento dos nossos, seja quando simplesmente nos omitimos, deixando de prestigiar nossos times no campeonato regional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que esses ventos, então, soprem, soprem muito no futebol das Alagoas. Benditos sejam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;____________&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Tb publicado no sítio &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.futebolalagoano.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;futebolalagoano.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-5905375418310847391?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/5905375418310847391/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=5905375418310847391&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/5905375418310847391'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/5905375418310847391'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2008/04/bons-ventos-no-futebol-alagoano.html' title='Bons ventos no futebol alagoano'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-8969575718045992346</id><published>2008-04-02T22:42:00.001-03:00</published><updated>2008-04-02T22:44:52.834-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>CRB (AL) x Flamengo e Vasco (RJ)</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Crônica&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Zoada danada porque o Presidente do CRB formalizou pleito junto à Federação Alagoana de Futebol – FAF para que o jogo entre o Galo e o Murici fosse antecipado para o sábado (05/04). Segundo soube, assim agira em atendimento a pedido realizado por alguns torcedores que então se encontravam na Pajuçara, provavelmente mistos (ao mesmo tempo alvirrubros das Alagoas e rubro-negros ou alvinegros “cariocas”).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alarde ruidoso, mas, francamente, não entendi a razão para tanto. Afinal, para atender o pedido, o Presidente do Galo deve ter pensado, unicamente, na renda do jogo. Simples: se por causa do jogo Flamengo x Vasco, que seria (como será) televisionado para Maceió no mesmo domingo, o número de torcedores do CRB poderia ser maior não o houvesse, então que fosse antecipado, preservando-se, teoricamente, a possibilidade de renda maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, não caberia ao Presidente, por óbvio, e por mais desgosto que isso lhe pudesse causar, fazer ouvidos de mercador aos apelos multicolores realizados na própria Pajuçara. Com efeito, por pior que seja imaginar-se importante a ausência de concorrência, para garantir o comparecimento ao Trapichão dos torcedores (mistos) do Galo, não seria racional esperar do Presidente uma atitude passional ou orgulhosa. O Clube precisa da renda. Paciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lamentável, na verdade, não é a atitude do Presidente, que está com um olho no jogo e outro nas finanças do clube. O lamentável é constatar que essa é a nossa realidade, a realidade do próprio futebol alagoano, que transcende, inclusive, os seus torcedores. Havendo um jogo, na TV, de qualquer um desses clubes grandes do sudeste do país (e até do sul), cá está um exército de alagoanos prontos para festejá-los, torcer apaixonadamente por eles, exaltá-los, jurar-lhes amor eterno e carregá-los no peito pela cidade, envergados em suas camisas passadas a ferro com o desprezo pelos clubes da terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem recentemente, estava passando por um bar na Jatiúca quando ouvi, em altíssimo e bom som, um coro de numerosas vozes alagoanas(?), acompanhadas de ritmada percussão, a cantar em louvor ao Corinthians Paulista. Após certificar-me de que estava mesmo em Maceió, de que não havia, por exemplo, sido abduzido por extraterrestres e jogado na capital paulista, continuei o meu caminho, com uma irresignação meio triste, mas de auto-estima renovada por torcer pelo CRB e pelo futebol das minhas Alagoas. Somente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao final, decidiu-se que o jogo do Galo será mesmo no domingo. Ótimo. Muito melhor assim. Os (verdadeiros) regatianos estarão no Trapichão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;____________&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Também publicado no sítio &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.futebolalagoano.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;futebolalagoano.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-8969575718045992346?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/8969575718045992346/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=8969575718045992346&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/8969575718045992346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/8969575718045992346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2008/04/crb-al-x-flamengo-e-vasco-rj.html' title='CRB (AL) x Flamengo e Vasco (RJ)'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-6700945629902534125</id><published>2008-03-26T00:34:00.003-03:00</published><updated>2008-03-26T01:15:02.594-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Degringolando. Mas tem jeito</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Crônica&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;O sonho de um futebol alagoano forte aparenta estar cada vez mais distante. Nenhuma novidade. Mas o que preocupa, a todos que curtem ver um bom jogo de futebol — torcendo, em pessoa(!), por times de sua terra —, é que o processo permite supor-se coisa pior por vir. O preocupante é que os problemas do nosso futebol — criados e marcados ao longo do tempo pela incompetência quase generalizada, quando não pela exploração perniciosa e desonesta dos que o fazem —, além de antigos e enormes, não param de crescer. Isto apesar das boas intenções que se consegue identificar, mas só pontualmente, aqui e ali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imaginava termos um dia pelo menos quatro times de Alagoas divididos entre as Séries B e C do Brasileirão. Eventualmente, um ou outro ingressando na 1ª Divisão. Sonho? É sonho, sim. Mas embora o sinta, cada vez mais, um sonho, a convicção de que nós é que não o deixamos tornar-se realidade é, por outro lado, inabalável em mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja-se, por exemplo, o atual Campeonato Alagoano. Já se inicia contrário à lei, alterando-se as regras antes do prazo permitido. Detalhe: com a aceitação de todos os clubes participantes. Ótimo. Afinal, o modo de disputa anterior, por pontos corridos, era ruim mesmo. Mas e se houvesse (houver) problemas no decorrer do certame e se questionasse (questionar) a ilegalidade na justiça?... Terá valido a pena a mudança? E a sucessão de jogos? Nossa Senhora! Menos de 48 horas entre um e outro! E o Penedense? Sai ou não sai? E se sair, leva tudo junto pro buraco? E o Clássico dos Gatos Pingados? Caso à parte. Outrora “das multidões”, os valorosos cerca de dois mil torcedores — verdadeiros apaixonados pelos um dia grandes CRB e CSA — tiveram que se deslocar a Arapiraca, distante 130km da sede de seus clubes, debaixo de chuva e em pleno feriado da Semana Santa! Por quê? Porque o Trapichão foi injustamente condenado, e não se faz nada para absolvê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando na interdição, o que dizer-se de ter ocorrido às vésperas do início do campeonato, embora sem jogos desde novembro de 2007? Protestos houve, principalmente do CSA — que ali então depositava esperanças de melhorar seu combalido caixa, embora não mais vazio do que o de CRB ou ASA —, mas não foi ouvido. Quando se percebeu que o estádio certamente não estaria pronto sequer para o primeiro jogo do CRB na Série B, a gritaria ganhou mais vozes e maiores volume e acústica, mas até agora não se vê esteja algo sendo realizado. A inoperância, a incompetência, a omissão dos (ir)responsáveis é de tal ordem que o cansaço faz perguntar: tem isso jeito (ou terá um dia)? Será que é porque são flamenguistas, vascaínos, são paulinos? Ou o raio que os parta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o CRB? Quatorze anos de Série B e vive, literalmente, na pindaíba. Quatorze anos naquela vitrine nacional e não conseguiu tirar proveito disso! É espantoso, meus caros. E a culpa não é desse pessoal que está aí, não, bem entendido. Pelo contrário! Podem não ser os bam-bam-bans do negócio, mas, embora meio de longe, a gente vê pelo menos dedicação e seriedade no trabalho que tentam desenvolver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nós? Hum, nós também contribuímos, sim! E muito! Contribuímos quando nos comportamos, em relação aos nossos clubes, como aqueles pais que renegam o filho porque não é o mais inteligente, o mais bonito, o mais alguma coisa, e, ato contínuo, dividem (quando dividimos!) o amor com os de fora, por sua vez totalmente estranhos a nossa vida, realidade, raízes e história; quando deixamos de ver o nosso time, no estádio, para assistir pela TV ao de fora — tornado filho por escolha, porque lindo, rico, perfeito e poderoso; quando, mesmo podendo, somente apoiamos os nossos times se ele estiver bem na disputa, apresentando um bom futebol; quando nos omitimos e não os defendemos, mesmo percebendo que os estão maltratando (ou coisa pior).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dra. Helena, a maravilhosa psicóloga que um dia tive o prazer, a honra e o orgulho de apresentar ao CRB, naquela já longínqua Série B/2006, disse-me certa vez: amor de verdadeiro torcedor é como amor de mãe: incondicional. Ama em qualquer circunstância. Seja feio ou bonito, doente ou sadio... Na maioria das vezes amamos nossos clubes sob condições. Isto nós podemos mudar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;____________&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Também publicada no sítio &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.futebolalagoano.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;futebolalagoano.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-6700945629902534125?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/6700945629902534125/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=6700945629902534125&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/6700945629902534125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/6700945629902534125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2008/03/crnica-o-sonho-de-um-futebol-alagoano.html' title='Degringolando. Mas tem jeito'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-8610512584707903375</id><published>2008-03-18T01:14:00.003-03:00</published><updated>2008-03-18T01:24:35.838-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Sobre mistos: algumas reflexões</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Crônica&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Final do ano passado, escrevi sobre o tema a crônica “&lt;/span&gt;&lt;a href="http://bolagoana.blogspot.com/2007/12/cada-vez-mais-suassuna.html"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc0000;"&gt;Cada vez mais, Suassuna&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;”. Senti a necessidade de fazê-lo de novo. Falo daquele que torce por dois clubes de futebol ao mesmo tempo. Um, de seu Estado, e o outro, de fora de sua região, normalmente do eixo RJ/SP. Em Alagoas, tais torcedores são referidos por &lt;em&gt;alagoriocas&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;alagolistas&lt;/em&gt;. Mais pejorativamente, &lt;em&gt;paraibacas&lt;/em&gt;. Registro, de antemão, o meu respeito. O que não significa que tenha de achar legais essas opções. Meio de brincadeira, digo que existe uma gradação nessa “mistura”. É que há uns que são mais (ou menos) mistos do que outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No centro, bem no meio estão os &lt;em&gt;supermistos&lt;/em&gt;. Misturadíssimos ao ponto de não saberem por que time torceriam estivessem os “seus” disputando uma partida de futebol entre si. Puxa, que dilema, hein? A solução para eles é o empate. São os &lt;em&gt;supra-sumos&lt;/em&gt;, perfeitamente mistos. Difícil deixarem de sê-lo, mas é possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas extremidades estão os &lt;em&gt;imperfeitos&lt;/em&gt;. Não são misturados igualmente, meio a meio, como os &lt;em&gt;suprasumos&lt;/em&gt;. São os &lt;em&gt;regionais&lt;/em&gt;, que torcem mais pelo clube do seu Estado do que pelo de fora, e os &lt;em&gt;estrangeiros&lt;/em&gt;, que torcem mais pelo de fora. Quanto a estes últimos, “jogue a toalha”, pois já se decidiram. Os regionais podem, sim, mudar para &lt;em&gt;falsos puros&lt;/em&gt; (veja adiante). Pelo menos a sua preferência já é pelo time de dentro. Têm mais chance do que os &lt;em&gt;supermistos&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, ao redor há os &lt;em&gt;falsos mistos&lt;/em&gt; e os &lt;em&gt;falsos puros&lt;/em&gt;. Os primeiros dizem torcer pelos dois, como se &lt;em&gt;supermistos&lt;/em&gt; fossem, mas na verdade só torcem mesmo pelo de fora, no fundo até desprezam o de sua região (pior do que os &lt;em&gt;estrangeiros&lt;/em&gt;: praticamente impossível a conversão às raízes). Os segundos são &lt;em&gt;pré-mistos&lt;/em&gt; (ou &lt;em&gt;simpatizantes&lt;/em&gt;): simpatizam com o clube de fora, mas neles não se verificou a mistura (é meio óleo na água, percebe?). São quase torcedores de um time só (o do seu Estado). Não há com que se preocupar, porque os &lt;em&gt;pré-mistos&lt;/em&gt; somente demonstram sua preferência pelo time de fora em situações excepcionalíssimas, onde não há nem sombra do seu time do coração por perto. Seus recursos, esforços e seu amor têm destinatário e dono exclusivo: o time do seu Estado. Exemplo: contribuem com “campanhas”, como a de sócio-torcedor, assistem aos jogos no estádio (pagando o ingresso!), adquirem a camisa do clube da terra, marcam exclusivamente o time do seu Estado na “TIMEMANIA”, jamais trocariam assistir a um jogo do seu clube, por um de que participe o time por que simpatiza, e por aí vai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brincadeiras à parte, mas que eles existem, com as características citadas acima, existem, sim! E tenho a convicção de que essa circunstância — de haver tanto alagoano torcedor de clubes do sul/sudeste — é extremamente prejudicial ao futebol alagoano, além de significar, essencialmente falando, desprezo pelo futebol de sua região. Isto é, pelo “seu” futebol! Que não é o do Rio de Janeiro ou de São Paulo, mas o das sofridas, pequeninas, maltratadas, exploradas, saqueadas, mas belas e valorosas Alagoas. O prestígio ao futebol de nossa região, ao contrário, conquanto igualmente sofrido e, não raro, (mal)explorado, como, de resto, muito do que somos e temos, reforça e nutre a nossa auto-estima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Auto-estima, porque temos a mania (já é cultural, infelizmente, vide o “Se no Recife tem, na Casa do Colegial também tem”, que ouvia desde pequenino) de só dar valor ao que é de fora, ao que é dos outros, e aos outros. Imitamos e enaltecemos seu modo de vida, suas gírias, seus gostos... até seu sotaque pagamos o mico de imitá-lo (quem nunca percebeu algum conhecido, já até de barba na cara, chiando após passar um reles fim de semana no Rio de Janeiro?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro dia, conversando na Pajuçara com um lateral recentemente vendido ao futebol carioca, quase deixei-o falando sozinho. O cara tava mais carioca do que o da gema! Como diz aquele ator de teatro: Ô mulé, deu uma pena...! É que ele quer ser um deles, ora bolas! E se envergonha de suas origens... Outra: há pouco tempo um colega, pretendendo justificar sua predileção por um clube de São Paulo/SP, disse-me que o fazia pela mesma razão porque se quer ter o melhor celular, o melhor carro, etc. Putz, confesso que me bateu uma tristeza danada ouvir aquilo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não é fácil — há de se compreender — resistir à colonização massificada e diuturna da grande mídia (e às vezes até de integrantes da própria mídia esportiva tupiniquim), que incansavelmente nos bombardeia com a divulgação, publicidade, destaque e exaltação dos clubes de seus Estados (notadamente Rio de Janeiro e São Paulo), condenando-nos a conhecer as suas competições regionais e, pasmem, até a assistir, em horário nobre de TV, a jogos dos ditos grandes contra os minúsculos de lá, num total desprezo a nós mesmos e aos clubes de nossa região, muitas vezes com os aplausos efusivos dos conterrâneos que enaltecem os times de fora em detrimento dos dele, ou melhor, dos de suas raízes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há alguns alentos, porém, que nos fazem acreditar em mudança. Parte da imprensa vez por outra toca no assunto, ressaltando a importância de resgatarmos nossa auto-estima, torcendo por nossos clubes em detrimento dos de fora. Alguns valorosos torcedores regatianos, por sua vez, que diariamente estão no fórum do sítio &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.futebolalagoano.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc0000;"&gt;Futebolalagoano.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;, lançaram a excelente campanha “Torça apenas para o time de seu estado”, para, pela via respeitosa do exemplo, sensibilizar os mistos em geral a darem valor ao futebol do seu Estado, ao que é seu, a si mesmos. Os pernambucanos, nossos vizinhos, são um ótimo exemplo a ser seguido. Em primeiro, segundo, terceiro, quarto lugares..., os times deles. Admirável!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não podemos e não devemos idolatrar os times de fora. Como temos nossos amigos, nossos pais e irmãos, nossa casa, nossa cidade, nosso cachorro vira-lata (e não os trocamos por ninguém ou por nada), também temos nossos clubes! Não são maiores, em grande parte porque nós não lutamos por eles, não os valorizamos, nos omitimos, não os amamos incondicionalmente. Não são ricos, porque deixamos que os explorem, porque somos passivos, porque negamos nosso socorro. Só a receita pela venda de camisas de clubes de fora, que vemos tristemente desfilando pela cidade, já seria de enorme ajuda aos clubes da terra, fossem dos da terra a maioria das camisas que se vê nas ruas. Não podemos esquecer que somos alagoanos (ou aqui nos fixamos). Somos nossos clubes. Somos CRB, CSA, ASA; somos Ipanema, Penedense, Murici, Igaci, Santa Rita, Corinthians Alagoano, Coruripe. Somos nossa história, nossas raízes, nosso chão. Brio, amor e orgulho. Do que somos e do que temos. Temos futebol! Quando a gente não dá valor ao que é e ao que tem, é a auto-estima que se perde. Sem auto-estima é o fim. Acordemos!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;_______________&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;Também publicada nos sítios &lt;a href="http://www.futebolalagoano.com.br/"&gt;Futebolalagoano.com&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.crb-net.com.br/"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;CRB-Net&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-8610512584707903375?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/8610512584707903375/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=8610512584707903375&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/8610512584707903375'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/8610512584707903375'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2008/03/sobre-mistos-algumas-reflexes.html' title='Sobre mistos: algumas reflexões'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-4978300442481038489</id><published>2008-03-04T22:18:00.003-03:00</published><updated>2008-03-04T22:20:05.159-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Trapichão, já!</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Crônica&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Que diabos tá havendo, hein? A maior (e única) diversão da população mais sofrida, também ameaçada?! Ôxe, parece que uma onda de coisa ruim tomou conta destas paragens. É só notícia desagradável, cumpade! Até os bons ventos, quando sopram (aliás, benditos sejam, e que virem um furacão), são pra escancarar uma porcariada que nos tem deixado de cabelo em pé — do que são exemplos essa bicharada toda (gabiru, taturana, e por aí afora). Vôte! Possível, não!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois não é que agora, não bastasse a insegurança vivida pelo alagoano e, especialmente, pelo maceioense — é assalto pra tudo que é lado e gosto, chacina a fole, recursos faltantes para salários de médicos, professores e policiais, mas sobrantes para aumentar o duodécimo de um poder onde desviados, segundo a Polícia Federal, cerca de trezentos milhões de reais —, até o pobre do amante do futebol corre o risco (sério) de não poder assistir, no Trapichão, aos jogos do único representante de Alagoas, o Clube de Regatas Brasil – CRB, na segunda competição de futebol do país, o Campeonato Brasileiro da Série B. Ôme, se não se consegue dar jeito nos problemas, que se tome de suas mudas de roupa e vá-se no próximo lotação! Porque a gente quer o que presta, a gente quer ser feliz, ou, se não for possível, ao menos alguns momentos de alegria... Valha-me, Deus!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De início, interditaram o estádio porque precisado de reformas (efeito Fonte Nova/BA, lembram, né?). Embora encerrados em novembro os jogos da temporada/2007, as tais somente se iniciaram às portas do alagoano/2008 — quem sabe pra matar logo essa peste desse futebol moribundo, e a gente poder torcer mais liberto pelos cariocas e paulistas da vida (que não tão nem aí pra nós, nordestinos, mas isto é só um detalhe, né?). O custo das obras, inicialmente na ordem de R$ 70.000,00, agora bate na casa dos R$ 1.200.000,00, e os “remendos”, antes não mais que 10, agora são 400 (bastou o prefeito acenar com ajuda financeira e vontade política para resolver a dramalhão). Coincidência? Não sei... Afinal, interessa a alguém que o CRB não jogue em Maceió? A quem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não, já se pensou o que representará para Alagoas, seu futebol e os alagoanos mais esse vexame? Que ferirá, talvez de morte, um dos dois únicos clubes do país que permanece, heroicamente, há 15 anos naquela disputa nacional? Jogar em Aracaju? Ora, tenha santa paciência! Assim já é demais, cabra véio! Brincadeira tem hora! Tratem é de fazer o que lhes cabe, diacho! Aprontem o Trapichão! E já!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;______________&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Tb publicado no sítio &lt;a href="http://www.futebolalagoano.com.br/"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Futebol Alagoano&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-4978300442481038489?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/4978300442481038489/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=4978300442481038489&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/4978300442481038489'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/4978300442481038489'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2008/03/trapicho-j.html' title='Trapichão, já!'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-6750029308638757592</id><published>2008-02-29T00:58:00.001-03:00</published><updated>2008-02-29T01:01:21.035-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Trapichão: agora, vai!</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Crônica&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Não vale mais do que 70 tostões. Isto mesmo! Uma merreca, uma porcaria, uma bagatela de cerca de 70 pilas. Sabe o que é isso? Um serviço de 70 mirréis e não se poder assistir a um jogo de futebol no Trapichão porque ele permanece inconcluso? Pior: nem parece estar sendo realizado! E isto se dá nesse futebol pobre de recursos como o é o alagoano. Exatamente! Nesse futebol em que os clubes necessitam, desesperadamente, da renda de seus jogos, não se pode usar o Trapichão porque não se logra concluir uma miséria de um serviço que não ultrapassa a ridícula quantia de 70 contos. Sim, refiro-me a R$ 70.000,00! Sabe o que é essa estratosférica importância para um estado da federação brasileira? Brincadeira!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isto, CRB e CSA têm que sofrer (drama, não! Sufoco, mesmo!) realizando jogos em campos pequenos, em horários ruins, e terão certamente de se enfrentar no 2° turno em outra cidade (Arapiraca), privando as suas torcidas de assistirem ao grande clássico estadual — nesse estado tão miserável de diversão para a população mais sofrida —, e as suas diretorias de perceberem algum para aliviar suas mais comezinhas contas de gestão. O Corinthians Alagoano, por sua vez, é obrigado a enfrentar um time da 1ª divisão do campeonato brasileiro às 15 horas da tarde, em seu belo, mas pequeno estádio de futebol, enquanto o CRB, do jeito que a barca estadual da incompetência vai, cheia de furos, preguiça e inoperância, poderá ser obrigado a fazer seus jogos pelo Campeonato Brasileiro da Série B em outro estado, quem sabe Sergipe ou Pernambuco. Cabra véio, já pensou nisto? O único representante do estado no Campeonato Brasileiro não terá, na Capital das Alagoas, um estádio que tenha capacidade de receber sua gigante torcida!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mermão, qué-qué isso?! E não há exagero algum nessas irresignadas palavras. Procure saber o andamento das “obras”. Vá dar uma olhada e encontre oxigênio para respirar aliviado com algum otimismo. Duvido! E, meu caro, se for tratada a coisa como foram as greves estaduais havidas nestes últimos tempos, valha-me Deus! Tamos ferrados e mal pagos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nossa sorte é que nas boas rádios alagoanas destaca-se, dentre outros, um profissional porreta, além de um prefeito realizador nato (também forrozeiro e ex-radialista), competentes o suficiente pra dar uma sacudida no marasmo geral que norteia as atividades de “recuperação” ou “manutenção” do nosso estádio. Tenho fé em que os novos ventos que hoje começaram a soprar, por volta das 18 horas, na Rádio Jornal AM 710, soprem mesmo com vigor e façam içar a vela esburacada dessa canoa cheia de furos em que se transformou a novela “Trapichão”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim! Capitaneada pelo mais responsável malandro(inho) que conheço, e por um político que prontamente atendeu ao seu chamado — e que nos vem resgatando o orgulho de nossa capital (além de ser regatiano de ótima cepa) —, foi lançada a campanha “Trapichão, já!” (o nome tive que inventar agora, pra ficar mais legal a crônica), inclusive já marcada uma reunião para as 8 horas da manhã da próxima segunda-feira, lá mesmo na prefeitura, com todos os interessados, para encontrar-se meios de dar um rápido desenlace a esse modorrento drama, devolvendo-se finalmente o Trapichão ao alagoano, talvez ainda para antes do final do campeonato regional. O prefeito garantiu. Até o dinheiro, garantiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Salve, então, Guimarães (Malandrinho) e Ciço (Cícero) Almeida!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;_______________&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Também postada nos sítios &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.futebolalagoano.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;FutebolAlagoano.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.crb-net.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;CRB-Net&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-6750029308638757592?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/6750029308638757592/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=6750029308638757592&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/6750029308638757592'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/6750029308638757592'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2008/02/trapicho-agora-vai.html' title='Trapichão: agora, vai!'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-139371261033216707</id><published>2008-02-18T22:47:00.003-03:00</published><updated>2008-02-18T22:51:59.796-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>A pisa sofrida, bendita tenha sido</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Crônica&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Nem endoidei (pressupondo que sou bom do juízo), nem sou ou me tornei masoquista (pelo menos não conscientemente), tampouco gosto de apanhar (Deus me livre!, e sadismo também não é a minha praia, muito menos acompanhado de algum sofrimento), muito menos sou frio ou racional ao ponto de não ter ficado “puto da vida” (ops!, leitor, desculpe a expressão) com a humilhação e a vergonha experimentadas domingo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, ontem, até às primeiras horas após o jogo, foi o tempo de extravasar a irritação, de reagir passionalmente ao tropeço (vamos chamar assim o desastre de ontem), com direito a xingamento a jogador, técnico, o escambau! Afinal, a gente também é instinto (controlado, porém), não é só razão. Dispensáveis, nesse aspecto, apenas as pedras. Só estas. Mas a lição, como se vê, ainda não foi aprendida pelos adeptos do arremesso desse perigoso objeto em jogos do CRB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, ou, ainda, ontem à noite bem mais tarde, é chegado o momento de analisar friamente o acontecimento, tentando enxergar (e extrair) o que de bom pode vir a trazer ao Galo a surra sofrida. Em primeiro lugar, registro logo que continuo considerando a parceria um ótimo negócio para o Regatas. Aliás, as parcerias. A firmada com o Atlético/MG — por meio, aliás, da contratação da RT Sports, tida como parceira, embora, a rigor, cuide-se de uma empresa prestadora de serviços ao CRB — foi um achado, cobiçada, não tenho a menor dúvida, por vários times que enfrentam as dificuldades financeiras, econômicas e patrimoniais do Galo de Campina. E a RT Sports até agora também tem se mostrado interessante, com mais prós do que contras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema, me parece, é a sua consideração como uma quase panacéia, remédio para todos os males. Não o é. E não o sendo — como de resto restou demonstrado pela pífia campanha do CRB no 1° Turno do Alagoano, agora com o coroamento da pisa humilhante, sofrida em plena Pajuçara, impingida pelo desacreditado, e até então em crise, ASA — cumpria encontrar outras saídas que viessem a se juntar àquelas exauridas pelas parcerias. Faltava dinheiro? Sem dúvida. Mas alternativas haveriam de ser buscadas no sentido de obtê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente não se entenda essas palavras como falta de reconhecimento pela seriedade com que o trabalho vem sendo promovido pela atual Diretoria, que continua merecedora de nosso apoio. Mas urge dar-se outros passos, que possam vir a se somar aos já trilhados. As palavras do Presidente do Conselho Deliberativo do Clube, nesse sentido, logo em seguida ao desastre, seguidas das providências que elencou com vistas à obtenção de apoio financeiro para novas contratações, parecem um bom sinal de que a pisa surtiu efeito; parecem vir provar, mais uma vez, que é na crise que se cresce, a partir da constatação, não raro cruel (pisa dói), dos eventuais erros cometidos ou acomodações que se instalaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CRB é adulto e capaz. Não precisa de pai ou mãe a lhe ditar rumos ou o seu destino. Nem os terá, diga-se de passagem. Precisa de parceiros, não de tutor. Mas também precisa do amor incondicional de seus torcedores. Com menos de 500 Craques-Torcedores atuais, estará sendo amado pela (enorme) parcela de sua torcida que tem condições financeiras de associar-se? Não se pode confundir desavenças ou discordâncias eventualmente existentes com quem dirige o clube, principalmente em momentos de dificuldade como agora, com o próprio clube. É nas dificuldades que o torcedor precisa mostrar o seu propalado amor. Cada um tem que fazer a sua parte. Pelo bem do CRB, que é quem, afinal, importa nessa história toda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;____________&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Também pub. nos sítios &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.futebolalagoano.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;FutebolAlagoano.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.crb-net.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;CRB-Net&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-139371261033216707?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/139371261033216707/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=139371261033216707&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/139371261033216707'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/139371261033216707'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2008/02/pisa-sofrida-bendita-tenha-sido.html' title='A pisa sofrida, bendita tenha sido'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-4861829529025373287</id><published>2008-02-14T22:50:00.001-03:00</published><updated>2008-02-14T22:58:50.910-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>O CRB e o Campeonato Alagoano</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Crônica&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Diz-se do Campeonato Alagoano: econômica e financeiramente inviável. Não parece haver exagero nessa afirmação. As despesas de gestão de um clube de futebol nessa competição, aqui e ali trazidas a público por seus respectivos dirigentes, demonstram o quão difícil é a sua administração, se naturalmente realizada com responsabilidade, sem prescindir, tampouco, de ousadia e criatividade (a rima foi involuntária).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a despeito disto, o fato é que os campeonatos regionais (estaduais) — aliás, uma particularidade do Brasil —, continuam prestigiados, eis que considerados importantes pelos torcedores dos respectivos clubes, na medida, principalmente, de quem venha a ser o campeão. Na verdade, ouso afirmar que assim também pensam seus dirigentes, tanto que continuam envidando esforços — com mais ou menos competência, ou sorte — para realizar participação ao menos honrosa nos certames.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os grandes clubes enfrentam, nessa seara, situação peculiar, na medida e razão mesma de sua grandeza. Por grandes clubes quero me referir — apenas para possibilitar a argumentação, sem qualquer menosprezo, portanto, aos que não se enquadrem nessas premissas — àqueles detentores de grande massa de torcedores, de uma história de títulos auferidos em número que, pela quantidade, os destacam dos demais, e por um patrimônio que, por igual, os fazem, ao menos em tese, econômica e financeiramente mais pujantes. Mantendo-me na Capital, restringirei minhas palavras singelas aos dois principais destas paragens, o CRB e o CSA, para ao final centrar-me no Galo, razão mesma destas reflexões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relativamente a este último, o Campeonato Alagoano é de uma importância ímpar e palmar, escancarada mesmo. É que sem ao menos destacar-se — positivamente, como óbvio — nessa disputa, o CSA, presentes as circunstâncias atuais do futebol brasileiro, estará fadado a uma perda de importância lenta, mas crescente e inexorável, no cenário futebolístico nacional (e até regional). Por importância entenda-se, como acima posto, torcida, tradição — pela ausência de títulos contemporâneos (ou de sua efetiva disputa) — e patrimônio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao CRB, a sua participação ininterrupta e completa, por 15 anos, do Campeonato Brasileiro da Série B — integrando, por isto, o grupo dos 40 principais clubes do país —, é, ao mesmo tempo, sua redenção e seu algoz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Redenção, porque o situa numa posição de destaque nacional, conquista nova geração de torcedores e consolida as antigas, aufere recursos financeiros — seja pela renda dos jogos, muito prestigiados por sua fiel torcida, seja pelo auxílio advindo da(s) entidade(s) que patrocina(m) a competição, seja por eventuais negociações vantajosas de jogadores, seja pela possibilidade de obter melhores patrocínios —, além de manter-se vivo, porque atuante, durante praticamente todo o ano, circunstâncias essas que propiciam seja hoje considerado o maior clube do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algoz, em aparente contradição, porque não raro o tornou presa fácil de dirigentes irresponsáveis, quando não mal-intencionados, sob os olhos de um Conselho no mínimo omisso, ressalvadas as honrosas exceções de sempre. Algoz, porque a necessidade de formar um time de jogadores de melhor qualidade técnica, pela maior dificuldade inerente a uma competição nacional, implica mais dispêndio financeiro, o que muitas vezes não é realizado com a competência necessária. Algoz, porque o insucesso do CRB no Estadual, nos últimos anos, auxiliado pelo “conforto” do insucesso ainda maior do seu maior rival nesse período, acabou por ajudar a que fosse relegada a disputa do Alagoano, por aquele, a uma desimportância de que não se reveste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem só de Campeonato Brasileiro vive um clube no Brasil. É preciso, para manter-se a satisfação da torcida, razão maior da existência de qualquer grande clube, e a tradição — construída não apenas pelos muitos títulos obtidos no passado, mas, principalmente, pelo futuro que somente será construído pelos títulos auferidos no presente —, que se dispute com eficiência o certame regional, que se lhe dê o valor devido, que se busque a conquista do título respectivo. Dificuldades, sabe-se, há a rodo. Mas...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-4861829529025373287?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/4861829529025373287/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=4861829529025373287&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/4861829529025373287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/4861829529025373287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2008/02/o-crb-e-o-campeonato-alagoano.html' title='O CRB e o Campeonato Alagoano'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-2355823859241322435</id><published>2008-01-31T23:14:00.000-03:00</published><updated>2008-01-31T23:15:54.736-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Acorda, Conselho!</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Crônica&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Às vezes me pego pensando em como deve ser difícil dirigir, com boas intenções — bem entendido e ressalvado, claro —, um clube de futebol. Particularmente quando se trata do Clube de Regatas Brasil, o CRB. É que o único Galo de Campina do Brasil tem um patrimônio digno de clubes de Série A, dívidas estratosféricas, também de Série A — porém típicas daqueles desorganizados (ou explorados por dirigentes mal-intencionados) —, uma torcida, igualmente, de Série A — exigente demais da conta; suas reivindicações, por vezes, parecem estar sendo dirigidas a um clube do porte de um Flamengo/RJ ou São Paulo/SP —, e uma estrutura e economia de Série C.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, sua heróica participação ininterrupta, por 15 longos anos, no Campeonato Brasileiro da Série B, é responsável por sua sobrevivência e destaque nacional, mas, ao mesmo tempo, por suas maiores dificuldades financeiras. É que para formar times competitivos o Galo endividou-se incontáveis vezes, e não raro de maneira atabalhoada e irresponsável, no afã de se contratar jogadores caros, mas, muitas vezes, ineficientes. Basta que se constate o enorme e, por isto mesmo, surpreendente número de ações trabalhistas em que se viu condenado e executado, sem nunca ter oferecido uma defesa sequer. Nessas ocasiões, deixaram o clube se espatifar, esborrachar-se nas lides laborais, muitas delas propostas, inclusive, de má-fé, com o intuito premeditado de explorar o clube, completamente indefeso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase R$ 2.500.000,00 (dois milhões e quinhentos mil reais) em dívidas já em fase de execução é um número que impressiona qualquer um. Fora as ações sobre as quais pende recurso a ser julgado, fora os débitos fiscais, fora as despesas de gestão diárias. Fora as rasteiras patrocinadas por cópias de regatianos, dublês de empresários que têm a práxis de abiscoitar parte de negociações realizadas com jogadores formados no clube. É, amigo leitor, não deve ser fácil, não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apóio o trabalho que vem sendo desenvolvido no CRB. Faço publicamente, sem ganhar nada com isto, e até sem conhecer, intestinamente, as finanças e entraves do Galo ou as condutas de seus dirigentes. Falo do que vejo, do que está na imprensa, dos resultados colhidos, das atitudes percebidas e constatadas. Isto não significa seja perfeito, que não haja o que melhorar, que não se cometa erros. Significa, apenas, que enxergo dedicação, criatividade, competência e sacrifício no exercício de sua gestão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato, caro leitor, é que não há mais quem se disponha a administrar um clube como provedor. Logo, não há sobrevivência sem administração empresarial, sem política de “pés no chão”, sem torcida que ajude financeiramente (os membros que puderem, naturalmente), sem conselheiros atuantes e economicamente participativos. A administração tem se modernizado — falta muito, mas tem —, a torcida tem colaborado — falta um bocado, mas tem. Quem quase nada tem realizado, nesse sentido, é o Conselho, excetuando-se o seu Presidente e alguns poucos. E aí? Vai continuar esse marasmo? Já passa da hora, né não?!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-2355823859241322435?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/2355823859241322435/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=2355823859241322435&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/2355823859241322435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/2355823859241322435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2008/01/acorda-conselho.html' title='Acorda, Conselho!'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-8998339522022746104</id><published>2008-01-25T18:25:00.000-03:00</published><updated>2008-01-31T23:17:35.144-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Chutaram o Hino</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Crônica&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Sei não, velho, acho que a gente tem mais jeito, não. Aliás, a propósito, outro dia um amigo meu — falar a verdade acho que já ouvi isto outras vezes, de outros conhecidos — me disse que este mundo tava condenado, que não havia mais solução, que somente jogando uma bomba neste nosso sofrido planeta, para fazer tudo de novo e recomeçar do zero. Talvez o cabra tenha razão quando expressa a sua desilusão com expressão tão fúnebre (e até meio terrorista, nesses nossos tempos atuais), sabe? Sei lá, eu vejo como as coisas acontecem e confesso que fico pessimista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas deixe eu registrar, logo, que vejo muitas outras coisas piores acontecendo nesta cidade, neste Estado, neste País e neste mundo do que o objeto da minha irresignação. Ih! Muito mais! Mas a crônica é sobre futebol ou, se não for, assim, tão futebolística, ao menos indiretamente é. E sendo, caro(a) leitor(a), é chegada a hora de falar que deu uma melancolia danada ver o comportamento da nossa torcida dita organizada na hora em que tocaram o Hino Nacional, antes do jogo começar, hoje à tarde, lá na Paju. Mermão, ficaram cantando e pulando feito pipoca na panela durante todo aquele momento cívico. Nunca mais tinha visto — mentira, a gente sempre tá vendo, sim, é só maneira de dizer — algo tão patético quanto aquilo. Em suma: uma falta de respeito, um espetáculo deprimente. Engraçado é que não vi esse mesmo entusiasmo — ao menos não por tanto tempo — durante o jogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra coisa lamentável foi a venda de bebidas em lata dentro do estádio. Nossa Senhora!, que vacilo danado! Como é que vocês foram deixar vender peste de lata lá dentro? Resultado: ouvi dizer que teriam arremessado objetos dentro do campo. É, mais de um objeto, inclusive. E teria vindo do mesmo lugar onde se encontrava a torcida organizada do Regatas. Também não entendi porque não pegaram os..., os..., ah, deixa pra lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tá, mas e o jogo? Ah, o jogo. Bem, o time começou mal — todos haverão de concordar, certamente —, mas após o gol começou a ensaiar uma reação, que na verdade somente veio ocorrer com mais organização a partir da saída do Chiquinho. Aliás, esse rapaz não parece estar muito satisfeito no CRB. A sensação que se tem é que ele tá jogando — jogando nada, diga-se — com uma má-vontade danada. O Hendrich também não disse ao que veio, mas este, vá lá, tá sem ritmo de jogo (mais fora de forma do que eu), e o Gustavo, coitado, será que aquele rapaz já jogou melhor do que está aparentando? Pode até ser, mas não dá para achar isto, não. Júnior Amorim, como sempre, dá gosto de ver: honra a camisa alvirrubra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, que o Galo evoluiu, evoluiu. Assisti a todos os jogos, inclusive o amistoso em Boca da Mata — menos ao desastre maior, contra o Ipanema, claro —, e de fato hoje o Galo mostrou um melhor futebol, principalmente, como já disse, após levar o gol e até virar o jogo. Depois sofreu uma pressão impressionante do Corinthians Alagoano: parecia que estava jogando fora de casa. Mas creio que com algumas mudanças (contratações e dispensas), que deverão ocorrer — rapidamente, espero —, vai melhorar mais ainda. Dá pra acreditar, sim. Vamos pra frente! E respeitando o Hino, antes. Por favor!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;_____________&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Também publicado no sítio &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.futebolalagoano.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;FutebolAlagoano&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-8998339522022746104?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/8998339522022746104/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=8998339522022746104&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/8998339522022746104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/8998339522022746104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2008/01/chutaram-o-hino.html' title='Chutaram o Hino'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-8533090074951878560</id><published>2008-01-10T02:13:00.000-03:00</published><updated>2008-01-10T02:21:23.094-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Nós e o Galo, hoje</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Crônica&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Olha, pessoal, arrisco dizer: este é um novo clube. Sério, digo isto ao mesmo tempo do fundo do coração, mas também à luz da razão. Falo com orgulho, um orgulho que há muito tempo não sentia, não com tanta intensidade, de ser torcedor do Galo. Aliás, do único Galo de Campina do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que eu quero, na verdade, em primeiro lugar, é entusiasticamente exaltar o momento que vive o nosso amado CRB, e o que se prenuncia para o seu futuro. Estou muito otimista. E muito confiante nessa Diretoria. A gente percebe, com uma clareza indiscutível, o empenho com que vem cuidando do Galo, traçando-lhe um caminho fundado no trabalho, na racionalidade, na dedicação, na criatividade, no amor (só pode ser no amor!) ao nosso clube. E é fácil perceber que tudo de bom que tem ocorrido não é mérito de uma só pessoa, mas de toda uma equipe. Recentemente conheci o Lécio, Vice-Financeiro do Regatas. Fiquei muito bem impressionado com o que dele ouvi, a despeito das dificuldades que se vem enfrentando nesta entressafra. O lançamento do Novo Craque-Torcedor — versão Campeonato Alagoano/2008 — aumentou em mim essa boa impressão, que, por sinal, demonstra haver um entendimento harmônico entre aquela Vice-Presidência e a que cuida do marketing do clube. Não faltariam progressos por mim percebidos para desfilar, aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, pergunto, e nesse fenômeno que se vem observando, qual o nosso papel? Qual a missão do apaixonado torcedor do Galo? E aí me incluo decidida e apaixonadamente (mas sem perder de vista a razão), porque não sou mais do que isto, com muito orgulho: torcedor do Clube de Regatas Brasil. Olha, somos, por exemplo, torcedores de um dos poucos clubes do Brasil que passaram todo o ano passado com os salários de seus funcionários e jogadores praticamente em dia. Isto não é pouco, não. Basta que se pense em quanto esse clube já foi prejudicado por certas administrações passadas, que deixaram dívidas imensas, mal contraídas, não defendidas, e inclusive por vezes criadas por jogadores empresariados, ou negócios (mal)administrados, pelos próprios dirigentes, como se ouve dizer a torto e a direito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Galo teve criatividade e competência para a realização de parcerias, aquisição de patrocínios — inclusive do Município de Maceió —, reforma da concentração, construção de departamento de fisioterapia, lançamento de revista, relançamento do novo sítio oficial do Galo de Campina na internet, gramado que é um tapete, valorização de sua base, com a notória formação de novos jogadores feitos na Pajuçara, ingresso na Time-Mania, e por aí vai. Isto é o que vi e, felizmente, continuo vendo. Mas nada disto seria possível, caro irmão-torcedor, sem a nossa participação, prestigiando o CRB em todos os seus jogos. O fato é que o Galo ainda depende muito de nós. Vivemos um momento único, em muito tempo não vivido. E por outro lado, vemos, perto ou longe de nós, outros times passando por situação que eu não ousaria desejar para torcedor de clube algum. Então, temos é que olhar pra frente, e arranjar forças e recursos possíveis para continuar dando a nossa parcela de ajuda ao clube que amamos, de modo a um dia vê-lo colhendo os frutos de uma administração cada vez mais moderna e profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nesse sentido, o nosso desafio, hoje, é o CRAQUE-TORCEDOR! A nossa contribuição mensal, paga religiosamente em dia, poderá dar ao Galo a tranqüilidade necessária a manter o que de bom já foi feito e a vencer novos desafios. Até o momento não vi motivos que abalassem a minha confiança nessa administração. Por isto confio. E confiando, reconheço e exalto o que de bom vejo. E conclamo: temos que ser um clube lotado, cheio mesmo, de craques! De CRAQUES-TORCEDORES! Vamos lá, argonautas! Vamos demonstrar que somos, mesmo, e sempre seremos, a torcida tantas vezes exaltada pelos que aqui vêm! Nesse time não cabe pernas-de-pau. Só craques! O Galo precisa da gente!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;_____________&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Também publicada no &lt;em&gt;site&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.futebolalagoano.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;futebolalagoano.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-8533090074951878560?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/8533090074951878560/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=8533090074951878560&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/8533090074951878560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/8533090074951878560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2008/01/ns-e-o-galo-hoje.html' title='Nós e o Galo, hoje'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-4054344684128626728</id><published>2008-01-01T19:45:00.000-03:00</published><updated>2008-01-01T20:04:31.877-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Feito cego em tiroteio</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Crônica&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Velho, que aventura que foi. Pense numa doideira. Ruim demais assistir a um jogo daquele jeito, ainda que esse jogo não passasse de um jogo-treino, como é chamado. Explico. É que você não tem como identificar os cabra que chegaram. Primeiro, porque era uma porrada de jogador de cara diferente. Segundo, porque jogaram com o uniforme de treino, que não traz o número às costas. E terceiro porque, para a instalação definitiva do quase “caos visual”, não houve transmissão das rádios alagoanas, afinal, era apenas um evento maior que um treino, mas menor que um jogo. Como fez falta. Eu, pelo menos, senti uma dificuldade muitas vezes intransponível, até porque ninguém ao meu redor sabia, tampouco, pra me esclarecer. E eu perguntei pra caramba. Vi a hora de alguém, delicadamente, sugerir que eu me aquietasse. Tipo: “eu também não sei, p...! Fique quieto!”. Felizmente, eram muito educados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí, já viu, né? Ou melhor, viu, mas não viu. Era um tal de “quem é esse cara?”, pra lá, “quem é aquele outro?”, pra cá, “é, joga bem, quem é esse?”, “p..., que falta!, foi o tal do Sertânia?”, “esse é fulano?”, e assim por diante, o jogo (ops, jogo-treino) todinho. Pra aumentar o desespero, o técnico usou e abusou (é só maneira de dizer, viu?, abusou nada) das substituições e retornos. Quando eu pensava que estava sabendo da identidade de 78,45% dos jogadores em campo, ele mudava, entrava outro estranho, e só me restava tentar lembrar das últimas resenhas: “humm, esse parece que é meia..., então deve ser o Éder. O cabeludo é o Éder?” “Acho que é”, respondeu-me o vizinho da frente.“Ôxe, e agora, quem tá na direita? É o tal do Marcos?” Era. Caba véio, uma confusão da bichoca preta lixa doida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas tudo bem. Tirando esse aspecto, foi ótimo ver a Pajuçara cheia de gente, fora e, principalmente, dentro de campo.Os velhos conhecidos, sem problema: Jéferson (ão, ão, ão, meu goleiro é paredão), Márcio, Thiago Rangel, Júnior Amorim — que ouvi ser sacanamente ameaçado, por um torcedor sentado próximo a mim, de que a cada gol perdido, um voto idem (referência à cobrança do pênalti, quando chutou a bola na trave) —, Johnnattan, o Marcel — para mim, um dos bons destaques (faltou entrar mais na área adversária, pela esquerda) —, Rafinha, Léo Oliveira, Chiquinho (tá gordinho, hein?) e Hendrich (idem), o Edmar (entrou bem no jogo), o Jean... Esqueci algum? Ah!, gostei da zaga não, principalmente do Alex e do Márcio, mas soube que um novo zagueiro, mais experiente, foi — ou estava pra ser — contratado. É esperar. E quando a gente lembra do início do ano passado, hein? Toc-toc-toc... Bate na madeira, aí, pô!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, quanto aos novos — identificados acertadamente, ou não —, deixaram-me uma boa impressão. Principalmente, acho, o tal do Éder (acho que “aquele que vi” era ele), o Marcos e o Júnior Sertânia. O Serginho Mineiro, não arrisco, porque tenho receio de que quem eu imagino ser o cara, seja o William Souza. Brincadeira. Foi assim também não. E o goleiro? Rapaz, o cara parece um varapau de tão grande que é! O Bugrão, é cedo pra falar, mas não desgostei, não. O mais ovacionado pela torcida? A doutora. É, amigo, a doutora, sim! Ao menos era por “doutora” que foi tratada carinhosamente (e bota carinho, nisso) pelos gentilíssimos torcedores do Galo. Como somos amáveis, hein?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, é isso. Na verdade, identificados todos, ou não, não me desagradaram. Alguns, até gostei. O que não gostei, mesmo, já disse, foi a falta do rádio. Ô trocinho pra fazer falta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;___________&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Também publicada no sítio &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.futebolalagoano.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Futebolalagoano.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-4054344684128626728?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/4054344684128626728/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=4054344684128626728&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/4054344684128626728'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/4054344684128626728'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2008/01/feito-cego-em-tiroteio.html' title='Feito cego em tiroteio'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-1309850640481728687</id><published>2007-12-18T00:44:00.000-03:00</published><updated>2007-12-18T16:00:04.087-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>O doce mistério do natal</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Crônica&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Por que o Natal deixa a gente meio mole? Molão, molengão, sacomé? Emotivo, generoso... Engraçado. Não, não deixa engraçado. Embora, vem de graça; então, pode ser. Mas quis dizer: engraçado como esse estado de espírito se manifesta no meio de tanto consumo. E por paradoxal que pareça, esse consumo também é, muitas vezes (acho), um reflexo desse mesmo estado. Há um prazer maior em presentear. Doação. Não é só a obediência a um costume comercial. Não é só Papai Noel. Não! Há algo maior. Maior do que nossa cultura capitalista tropical, do que as propagandas que nos empurram para comprar. Do que o bom velhinho. Até a crônica sai diferente. Molona, molengona. Aquela lerdeza que dá quando a gente tá em paz. Uma dormência... E fazer o bem? Vontade que dá! Procurar a paz, a boa convivência. Diferente de outras épocas do ano. O Natal é legal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agradecer? Caramba, é um tal de agradecer por tudo e a todos! ‘Brigado por isto, ‘brigado por aquilo. Abraço pra lá e pra cá. Beijo. Haja beijo. E este estado de graça acontece mesmo que não se reflita sobre o significado cristão da data. Quer dizer: parece até que o espírito divino resolve passar mais tempo entre nós, independente da nossa vontade ou consciência, e nos faz senti-lo mais forte, sem nos darmos conta de que é ele, ou por causa dele. E fica deixando a gente assim... melhor. É, numa palavra: melhor. Até quereria saber o porquê, se alguém viesse me dizer. Mas na verdade não me importa saber. Só sentir me basta. E sentindo, agir conforme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E já que é assim, alguns agradecimentos a Deus. Por eu ter pais vivos e com saúde, e ser absolutamente amado por eles todos os dias. Por meus três filhos: a Mariana, o Andrezinho e a Nandinha — citados por ordem de nascimento, para não ficarem com ciúmes —, minha continuação, meus amores. Minha família toda, ‘brigado. ‘Brigado pelo amor da Dolly, minha namorada linda e querida. E por ela passar no concurso. Agradecimento antecipado, afinal, ela vai. ‘Brigado pelos meus amigos. Os de infância, nas pessoas do Ranulfo — amor fraterno sem medida, e recíproco, — e do Zé Carlos — o cabeça-dura mais fiel que conheci —; os ganhos na juventude, na pessoa do Marcelo (Malta) — um irmão —; os nascidos nas lutas diárias da advocacia, como o Cornelio Alves — cabra bom da pega! —, além dos mais recentes, como o (André) Canuto, já queridos. ‘Brigado, também, pelos Drs. Marcos Madeiro e Wenceslau Brás — médicos competentes até umas horas, que me salvaram a vida (verdade!) —, por meu advogado e amigo demais da conta (honra ter a sua amizade), José Costa, e pelo Nélson Feijó, que terá sempre meu carinho e minha gratidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah! agradecer à Santa Catarina! ‘Brigado, santa querida e, certamente, alvirrubra, por não ter deixado o meu CRB cair à Série C do Brasileirão (lá no seu Estado), em 2005 e 2006, e também pela evolução do Galo, agora em 2007 (você, junto com minha mãe querida do céu, têm participação nisto, certamente!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra terminar, claro: Feliz Natal pra todos!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;____________&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tb publicado no &lt;/span&gt;&lt;a href="http://afalcao.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Blog do AnDRé fALcÃO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; e no sítio &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.futebolalagoano.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Futebolalagoano.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-1309850640481728687?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/1309850640481728687/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=1309850640481728687&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/1309850640481728687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/1309850640481728687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2007/12/o-doce-mistrio-do-natal.html' title='O doce mistério do natal'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-8249294833797938262</id><published>2007-11-29T00:28:00.000-03:00</published><updated>2007-12-02T02:37:35.632-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Reconhecimento de uma evolução</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Crônica&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;O que eu sei é que foi (e está) muito bom!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Particularmente, porque é inevitável a comparação com as campanhas dos três últimos anos. Chegamos em 3° lugar no Estadual! Ironia, não! Dei graças aos céus! E dadas as circunstâncias, foi um bom começo. Tá, meu(minha) camarada, não desconheço que é pouco para um time da grandeza, tradição e torcida do CRB... Mas, meu Deus(!), a realidade é que evoluímos, ora! Não se pode entender o presente sem olhar para o passado! E não é porque não foi uma campanha à altura do que é e representa o Clube de Regatas Brasil que vou deixar de reconhecer que foi melhor do que, por exemplo, a do ano imediatamente anterior, para ficar por aí. E, assim compreendendo, atestar o valor do modesto feito! Aliás, Joãozinho Paulista, quando chamado, foi muito competente na condução do Regatas. E como foi bom comemorar de novo com o João, lá em Coruripe — eu, na arquibancada; ele, no campo, junto com seus comandados —, após aquela emocionante partida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aqui vou voltar um pouco para fixar o fato que para mim foi o marco dessa alavancada: a assunção, no comando do Galo da Praia, do seu atual Presidente, Wilton Figueiroa. Veja-se: Primeiro, a contratação da RT Sports, seguida da parceria com o Atlético Mineiro. Depois vieram os jogadores, por empréstimo, do Corinthians Alagoano (leia-se, João Feijó). A despeito de desencontros pontuais, o entrosamento foi tão satisfatório — e os resultados obtidos, idem —, , que não é raro ouvir-se falar em três parcerias, quando, em verdade, tecnicamente haveria apenas uma, com o clube mineiro. E a coisa me parecia tão produtiva e interessante, que já em julho deste ano escrevi uma crônica aprovando a medida (“As parcerias: um mal, ou um bem?”, então, no Blog do AnDRé fALcÃO, hoje postada no blog BOLAGOANA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concomitantemente, ou pouco depois, assume a Presidência do Conselho Deliberativo o Kennedy Calheiros, cuja seriedade e competência não é discutida, além, é claro, de importantes colaboradores, membros daquela Diretoria. Tivemos dois ótimos técnicos — há muito não se via uns assim, na Pajuçara —, obtendo, com o primeiro deles, a marca de 30 pontos no 1° turno, e, com o segundo, uma recuperação da fase negativa que veio depois, de modo que, juntos, nos permitiram alcançar a honrosa 8ª posição, no 2° campeonato mais importante do país, com o mesmo número de pontos do 6° colocado e há apenas 6 pontos do 4°.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o plantel de que se compôs o Galo, não ficamos a dever a nenhum time concorrente. Basta observar que vencemos os quatro classificados à Série A do Brasileirão, não raro lutando contra arbitragens incompetentes (ou mal-intencionadas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valorosos patrocínios — de que é destaque o Município de Maceió, capitaneado por um regatiano-prefeito muito do arretado — foram contratados, criou-se o Projeto Sócio-Torcedor — parece-me levado pelo grupo “CRB ACIMA DE TUDO”, depois rebatizado para Craque-Torcedor —, e a Pajuçara não pára: é Sala de Imprensa, Departamento de Fisioterapia, novos alojamentos, ôxe!, coisa demais! Até contratou-se um profissional de Psicologia! Graças!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isto com as contas e salários em dia, as dívidas passadas, auditadas e renegociadas — diacho que os que as contraíram irresponsavelmente não paguem, com o seu, por isto! —, e com a expectativa de uma boa base para o Alagoano/2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazer o quê? Quando há muito de bom no trabalho feito, há de reconhecer-se. E agradecer. Obrigado, CRB! E vamos lá, Galo! O alagoano já está aí! Sinto, não só pelo seu passado de glórias, mas também pelo presente, muito orgulho de você.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;______________&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Também publicada nos sítios &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.futebolalagoano.com/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;futebolalagoano.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;a href="http://crb-net.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;CRB-NET&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-8249294833797938262?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/8249294833797938262/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=8249294833797938262&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/8249294833797938262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/8249294833797938262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2007/11/reconhecimento-de-uma-evoluo.html' title='Reconhecimento de uma evolução'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-878129618758395241</id><published>2007-11-21T00:33:00.000-03:00</published><updated>2007-12-02T02:38:07.125-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Permanência se comemora?</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Crônica&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Já ouvi dizer que é pensar pequeno. Contentar-se com merreca. Que não se concebe festejos para comemorar-se apenas o direito à permanência no certame no próximo ano. Que não tem sentido um clube estar na 2ª Divisão do Campeonato Brasileiro há 14 anos completos, nunca ter disputado o título, nunca ter conquistado o direito a disputar a 1ª Divisão, e ainda assim comemorar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais! Pela veemência com que são defendidos esses argumentos, dá pra se entender, até, que haveria motivo, isto sim, e a rodo, é para sentir-se triste! Perguntei, a mim mesmo: será que sofro dessa pequenez sobre que teorizam os que assim alardeiam? Será que estou sendo cego, já que a paixão promove esse fenômeno e sou um apaixonado torcedor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma peste! Acho que sofro, sim, dessa síndrome provinciana! Pois num é que após tão abalizados e sensatos argumentos continuo com o mesmo espírito de comemoração pela conquista (para mim continua sendo uma baita conquista!) alcançada? Pura verdade! Continuo entendendo de modo diferente. Assim, considero que o Regatas, pela sua história no Campeonato Brasileiro da Série “B”, é, na verdade, um orgulho para minhas Alagoas. Veja-se:&lt;br /&gt;O CRB, e o Ceará, são os únicos clubes que não desceram à divisão inferior do brasileirão, em 14 anos de existência. Nesse largo período, vários clubes, mais ricos e estruturados do que o Galo, aterrissaram, de mala e cuia, na Série “C”. Puxando pela memória, e com a ressalva de algum engano, lembro-me do poderoso Fluminense carioca, dos fortes Náutico, Santa Cruz (acaba de cair), Fortaleza, Guarani de Campinas/SP (que já foi campeão brasileiro), Vila Nova, Paysandu, Remo, Vitória da Bahia, o próprio Bahia (este, ainda lá), entre outros. E a queda à “C” foi uma tragédia para essas agremiações, como seria para o CRB. Epa! Um minuto: toc-toc-toc (na madeira) e um sinal da cruz. Pronto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como eu dizia, esse feito do Galo proporcionou, como proporciona, inúmeras alegrias, vitórias memoráveis, emoções indescritíveis, sendo a principal delas poder encontrá-lo durante todo o ano. A gente tem a oportunidade de viver esse amor durante todo, todo o ano! É pouca coisa, não!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, é o único clube alagoano a vir realizando essa proeza (daí eu ter dito que era um orgulho deste Estado) — sem, claro, desmerecer qualquer outro que certamente tem, também, muito do que se orgulhar. Mas falo de hoje. E de campeonato nacional. Logo, nestes últimos 14 anos, ao falar-se do futebol de Alagoas, sob o enfoque da participação em competição nacional, fala-se quase exclusivamente de CRB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente — porque a crônica já tá longa demais —, terminasse hoje o campeonato, o CRB seria um dos 30 melhores times do Brasil, já que das duas competições principais, a 1ª e a 2ª Divisões, participam apenas 40 agremiações, e ele ocupa a 30ª posição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é..., enxergo motivos muitos para se comemorar a “permanência”. Talvez porque, pela paixão, não esteja vendo coisa nenhuma. Mas penso que vejo, o que dá no mesmo. O fato é que quero ir à Série “A”. Mas já que não foi possível, dou muito valor à conquista de não ter descido à “C”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E vou confessar: comemorei muito, sábado. Tá bem! Domingo também fui ao aeroporto. Buzinando pela cidade. Feliz da vida! Pior: sábado estarei no Trapichão, comemorando antes, durante e depois. Até umas horas... Haverá tratamento para essa “pequenez”? Se houver, quero continuar “doente”. ‘Brigado, Galo!&lt;br /&gt;________________&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tb publicada no &lt;em&gt;site&lt;/em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt; &lt;strong&gt;&lt;a href="http://futebolalagoano.com/"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;futebolalagoano.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-878129618758395241?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/878129618758395241/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=878129618758395241&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/878129618758395241'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/878129618758395241'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2007/11/permanncia-se-comemora.html' title='Permanência se comemora?'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-3885397833734750100</id><published>2007-11-16T19:05:00.000-03:00</published><updated>2007-12-02T02:31:32.067-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>É preciso acreditar!</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Crônica&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Confesso: não conseguia me tranqüilizar — nos dias que antecederam o jogo contra o Vitória, precisamente após a bela derrota aplicada no Criciúma —, com a história (melhor dizer estória) de que um único ponto, nos três jogos remanescentes, garantiria o CRB no Campeonato Brasileiro da Série “B”/2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olha que esse prognóstico (ou diagnóstico?) foi alardeado durante todo o período a que me referi. E eu, mesmo sem me enfronhar nos cálculos que deram origem a essa versão enganosa, não conseguia me sentir sossegado. Ao contrário, fiquei incomodado, comigo, por não desfrutar do mesmo otimismo, da mesma alegria, da mesma confiança de que tudo já se tinha praticamente resolvido com a vitória sobre o clube de St.ª Catarina. Daí, inclusive, o silêncio a que me impus. Se não era para acreditar no que todos, quase invariavelmente, diziam, melhor ficar calado com meu, então, pessimismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis, porém, que não era pessimismo coisa nenhuma. E cá estamos nós novamente a sofrer com a angústia de ter de decidir nossa permanência na Série “B” nas duas (ou numa das duas, espero que na próxima) últimas partidas. Nenhum fato estranho, inexplicável, aconteceu. Não. Simplesmente o Galo perdeu, e os concorrentes venceram. Encostaram, e o “prognóstico” certeiro de que bastaria um ponto foi pras cucuias — ou pra outro lugar, cujo nome vou me abster de declinar, aqui, em respeito ao(à) leitor(a).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, passada a ilusão, em cujas fileiras felizmente não me perfilei — menos mal, o sofrimento é um pouco menor —, há, porém, algo em que se faz necessário, imprescindível, vital, mesmo(!), acreditar: na vitória do Galo em Itu, amanhã. Essa crença, essa fé, não é ilusão, como o foi o falso sonho do ponto único. Além de ser absolutamente realizável esse objetivo — o CRB é muito melhor time que o Ituano —, o Regatas necessita receber essa energia positiva que só pode vir, mesmo, de seus torcedores. Afinal, se nós não acreditarmos, quem o fará?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, precisamos pensar, dizer e reafirmar a nossa fé no Clube de Regatas Brasil! O pessimismo, o medo, a descrença devem ser sumariamente afastados. A essa altura do campeonato — sem trocadilho —, o Galo precisa, como nunca, do amor incondicional de seus torcedores, e esse sentimento há de ser expresso é pela fé em seu desempenho vitorioso em Itu. Pela certeza de que podemos e vamos vencer. “Nos momentos mais extremos, A Pátria em nós terá fé, E o futuro venceremos, Alegres, firmes, de pé!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não nos resta outra alternativa.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-3885397833734750100?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/3885397833734750100/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=3885397833734750100&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/3885397833734750100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/3885397833734750100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2007/11/preciso-acreditar.html' title='É preciso acreditar!'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-671404847968220092</id><published>2007-11-15T14:50:00.000-03:00</published><updated>2007-12-02T02:39:20.488-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Impressões de uma paixão</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Crônica&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Ufa! Chegou! Ou está chegando. É que na véspera já dá pra gente sentir tudo que se sente no dia, apenas com poucas diferenças. Na véspera há menos ansiedade e alegria, mas já os há. A diferença, como acima deixo antever, é que no dia — às vésperas, agora, da hora do jogo — é tudo com mais intensidade: maior a ânsia, maior a alegria. Sua mente e seu corpo passam a estar naturalmente voltados para o momento de revê-lo e de conviver com ele naqueles cerca de 90 minutos que se seguirão. Para sorrir ou para chorar. Para viver! Deixar — forma de expressão, já que independe de nossa vontade — que a emoção entre em cada espaço de nosso corpo e de nossa alma, e nos leve por aquela viagem prenhe de sensações arrebatadoras: tensão, euforia, dor, ou êxtase, ou de tudo um pouco, ou um tanto, que só um torcedor apaixonado por seu clube do coração — a redundância é proposital — consegue sentir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fenômeno é facilmente perceptível, bastando que você dedique alguns poucos segundos a se observar. O pensamento, por exemplo, fica quase todo voltado para o momento do encontro. Lembra (um pouco!) a espera da chegada da hora de encontrar a mulher (ou o homem, seja você leitora, ou quem quer que seja, goste você do que quiser gostar) por quem se está apaixonado. É que é paixão, caro leitor. E paixão, ora... é paixão. Às vezes diminui o apetite — alguns nem conseguem comer — , e que não inventem nada para você fazer que exija muito de si: o resultado certamente não será bom (ou o melhor). O batimento cardíaco, por sua vez, fica mais acelerado, e as visitas ao banheiro, mais constantes, sintomas que se tornam mais perceptíveis, naturalmente, à medida em que a grande hora se aproxima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eu dizia, com satisfação, que finalmente havia chegado o dia. Refiro-me à véspera, momento em que escrevo. É que, como já explicitado, as horas, na véspera do dia, são muito semelhantes àquelas que antecedem o momento em que vai ser iniciado o espetáculo, no dia. E isto foi a primeira coisa em que pensei, hoje, ao acordar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, ontem, e também no sábado, patente o vazio sentido. Principalmente no sábado, que já se tornou quase costumeiro, aqui, no Trapichão, ou fora — pessoalmente, ou pela TV, ou pelo rádio — encontrá-lo. Impressiona perceber a falta que faz “encontrar” o querido Galo de Campina. Impressiona constatar como as semanas sem o CRB não são, realmente, as mesmas de quando ele se faz presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto me faz pensar em como deve ser valorizada, sempre!, a participação ininterrupta do Regatas no Campeonato Brasileiro da Série “B”. Isto explica o porquê de tanta alegria e tanto orgulho pela vitória por permanecer nesse certame nos três últimos e sofridos anos (2004, 2005 e 2006). É pra sentir alegria, sim! É para orgulhar-se, também! Afinal, como seria não ter o Galo, semanalmente, durante todo o ano esportivo? Como seria não desfrutar dos momentos maravilhosos que ele nos proporciona?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CRB, frente a diversos times do sul-sudeste do país, é um clube econômica e financeiramente pobre. Outro dia ouvi alguém, torcedor de um do sudeste do país, dono de muitos títulos e riquezas, externar sua felicidade, julgando-se privilegiado por isto. Sem dúvida, seus feitos eram dignos de admiração: campeonato mundial, brasileiro, e por aí ia. Mas jamais trocaria o meu Clube de Regatas Brasil por ele. E tenho a plena convicção de que as alegrias que já senti, pelo e com o Galo, não são menores do que as experimentadas por aquele torcedor. Por isto, quando o assunto é amor por um clube de futebol, tema desta crônica, nem um, nem um só que seja!, esteja onde estiver, seja de onde for, é mais rico do que o Galo.&lt;br /&gt;____________&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Escrito em 12/11/2007 (segunda-feira)&lt;br /&gt;Também publicado no sítio &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://futebolalagoano.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;futebolalagoano.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-671404847968220092?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/671404847968220092/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=671404847968220092&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/671404847968220092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/671404847968220092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2007/11/impresses-de-uma-paixo.html' title='Impressões de uma paixão'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-347371543530310382</id><published>2007-11-11T15:57:00.000-03:00</published><updated>2007-12-02T02:40:13.884-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Sem desespero</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Crônica&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;O CRB tem 4 jogos pela frente, dois em casa. Portanto, são 12 o número de pontos que ainda falta disputar. Dizem os matemáticos — aí, vou fazer uma ressalva: nunca ouvi algum, mas é o que dizem (na imprensa) que eles dizem — que com mais 4 pontos o Galo estará definitivamente fora de qualquer risco de entrar na zona de rebaixamento. Ora, não dá para imaginar — o que dizer-se aceitar — que não consiga ganhar 4 pontos em 12!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No jogo de sábado restou claro que nossa defesa continua demorando para acordar — é contumaz em levar gol nos primeiros minutos de jogo (acorda essa turma, seus Joões!) —, que o lateral Marcel deixa uma avenida aberta para o adversário deitar e rolar pelo lado esquerdo do Regatas, que essa história de jogar com 3 volantes, com medo do adversário, não dá certo, e que o time continua pecando nas finalizações — seja porque pouco chuta a gol, seja porque, quando o faz, faz mal; aliás, basta ver-se que os gols do São Caetano/SP, embora jogando em casa, foram construídos em contra-ataques, e quase invariavelmente com a colaboração da defesa do Regatas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, o time não se acovardou! Esse, penso, é o dado mais importante que se pode extrair da indigesta peleja. O time foi valente! Embora incompetente nos fundamentos já alinhavados acima, o Galo lutou para reverter o resultado, somente esmorecendo após levar o 3° gol, quando ainda continuou lutando, mas sem o mesmo ímpeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, creio não se deva relacionar o jogo de sábado, apesar do placar, com aquelas duas derrotas anteriores, pelo mesmo escore. Naquelas, o CRB foi vergonhoso! Seus jogadores se entregaram covardemente. Não foi o que aconteceu em São Caetano/SP. Fosse para comparar, diria que está mais para aquele jogo contra o Stª Cruz, em Recife, no início do campeonato, quando o Galo perdeu por 4x1(imerecidamente!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conseqüentemente, não vejo razão para desespero. Não há nada que não possa ser ajustado pelos João-técnico e João-psicólogo. Mãos à obra, então, gente boa! Ah! Agora, a torcida, por favor, né? Pro campo moçada! Vamos abrir, muito, esse bandeirão! É nessa hora que se tem que mostrar amor ao clube! Lotar o Trapichão é obrigação! Até rimou...&lt;br /&gt;__________&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Também publicada no sítio&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/futebolalagoano.com"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;futebolalagoano.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-347371543530310382?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/347371543530310382/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=347371543530310382&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/347371543530310382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/347371543530310382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2007/11/sem-desespero_11.html' title='Sem desespero'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-771698903519336594</id><published>2007-11-11T15:54:00.000-03:00</published><updated>2007-12-02T02:41:31.407-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>E no Iraque, hein?</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Crônica&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_G_gWcLKD8Z0/Rzn0I1P2esI/AAAAAAAAAKI/7TgRdm9EDD4/s1600-h/iraque.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5132401682935085762" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_G_gWcLKD8Z0/Rzn0I1P2esI/AAAAAAAAAKI/7TgRdm9EDD4/s200/iraque.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Por que, nos outros esportes, não se tem tantos erros de arbitragem para apontar, como no futebol abundam? Não dá para entender...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vá lá que o sujeito cometa um erro crasso (é difícil admitir, mas vá lá). Com muito boa vontade ou falsa ingenuidade se imaginaria que naquela exata hora o indigitado distraiu-se, pensando na briga doméstica, na conta para pagar, ou coisa que o valha. Difícil crer..., mas vá lá que seja (a coisa tá tão ruim que a gente passa a admitir o inadmissível). Vá lá, também, que cometa aqueles equívocos ditados por circunstâncias peculiares, que prejudicam sua visão, tornando difícil a marcação: os chamados lances difíceis. Mas não dá pra aceitar, nem entender, uma sucessão enorme de falhas incompreensíveis de marcação, sem se socorrer de suspeitas que não se desejaria ventilar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que aconteceu ontem, no Trapichão, foi repugnante! E o pior é que não é um caso isolado. Muito pelo contrário! Só para exemplificar, lembram daquele outro jogo, em que os Presidentes do CRB e da FAF adotaram todas as providências legais para a punição do árbitro, encaminhando o material necessário, à apuração, às esferas competentes? Pois é, enviaram o filme da peleja, o escambau. Foi punida a outra praga? Humpf! Foi, não. Por quê?! Corporativismo?! Não se tem resposta. Mas você tem o direito de pensar o que quiser. Ah, isso tem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a imprensa de lá de baixo? É, a do sul-sudeste. Me’irmão, quando o prejudicado é um de seus times, sai de baixo! Viu o caso da bandeirinha? É, a da revista! Sim, a peladona! Pois é, um erro, a grita geral: suspensão. Mas quando é com nós outros... Aí, cabra véio, são outros quinhentos. Conosco, só eles podem ser vitoriosos. Não estou exagerando, mas faça um abatimento, se não concordar de todo. Mas assista a um desses jogos. Não dá pra não ver a verdade do que alardeio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando ao jogo de ontem, foi mesmo uma arbitragem horrorosa (e tô medindo as palavras)! Meus instintos mais primatas teimavam em mostrar a cara — felizmente, só para mim. No máximo, umas tantas palavras nada ortodoxas, dirigidas ao “homem de preto”, no mais alto volume de minhas parcas cordas vocais. Inúteis. De saldo, uma rouquidão, ainda na mesma noite. Bendita lei que impede que se jogue objetos no gramado, e, claro, que se o invada para... huummm, digamos, cumprimentar árbitros que agem dessa maneira. Não fosse ela...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não gosto de desejar mal a ninguém. Por isto, apesar de, com suas pantomimas, quase impedir a briosa e heróica vitória do Galo — afinal, foram dois os adversários, já que os erros eram sempre contra o Regatas —, pensei que certamente seria muito bom, para o currículo dele, uma temporada apitando jogos no Iraque. Não sei porque, mas acho que seriam arbitragens impecáveis.&lt;br /&gt;__________&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Escrita em outubro/2007 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Também publicada no sítio &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/futebolalagoano.com"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;futebolalagoano.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-771698903519336594?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/771698903519336594/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=771698903519336594&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/771698903519336594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/771698903519336594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2007/11/e-no-iraque-hein.html' title='E no Iraque, hein?'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_G_gWcLKD8Z0/Rzn0I1P2esI/AAAAAAAAAKI/7TgRdm9EDD4/s72-c/iraque.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-6774877494126006129</id><published>2007-11-11T15:51:00.000-03:00</published><updated>2007-12-02T02:42:23.315-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Exercício do "jus esperniandi"</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Crônica&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Olha, com todo o respeito aos outros que disputam a Série “B” do Brasileirão, mas é um absurdo! Não há razão que explique satisfatoriamente e, certamente, até por isto, é injustificável que assim seja!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como pode o jogo do Clube de Regatas Brasil, o CRB/AL, ser o único não transmitido pela televisão?! Com efeito, como se explica ser simplesmente ignorado o time que representa um Estado da importância política, cultural e histórica das Alagoas, aliás inversamente proporcional, registre-se(!), ao seu pequeno tamanho geográfico! O único do Estado, diga-se! Mais: é representante de uma Capital da Federação! Um dos dois únicos clubes que disputando esse certame há 14 anos jamais caiu à 3ª divisão! O dono do 7º maior público total presente aos jogos daquele certame! Isto sem contar que à frente dele estão clubes representando Estados muito mais populosos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus caros, exagero não! Todos os outros jogos foram televisionados! Menos o do Regatas, passado em Marília/SP. Vou nem falar das outras oportunidades anteriores em que, como desta feita, somente o rádio restou aos alagoanos... Aliás, benditos sejam os rádios e seus profissionais! Basta se ater à 31ª rodada, para constatar-se o que assevero e contra o que reclamo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam só: de 10 jogos onde verificados os menores públicos presentes até o momento, na Série “B”, o Ituano/SP participou de 09 deles, sendo que nenhum, dos 10, teve a participação do CRB. O jogo do Ituano passou na TV? Sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os jogos em que foram mandantes o São Caetano/SP e o Santo André/SP apresentaram um número somente superior ao seu colega paulista, antes citado, respectivamente ocupantes dos 18º e 19º lugares em total de público. Foram televisionados seus jogos? Sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Gama/DF, com míseros 22.162 espectadores no mesmo período, e o Paulista/SP, com pouco mais de 29.500, ocupam, nessa ordem, os 16º e 17º lugares. O jogo do Gama/DF passou na televisão? Sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Avaí/SC, por sua vez, teve um público inferior à metade daquele que apresentou o CRB, vale dizer, de 46.728, enquanto o do Regatas fora de 102.132 pessoas. Entretanto, o jogo Paulista/SP x Avaí/SC foi televisionado. Exatamente! O jogo do lanterna em interesse popular cativo, realizado com o mediano Avaí/SC, e na casa daquele, passou na TV. Os dois juntos não somam o público que foi ao Trapichão no mesmo período!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Francamente, é uma falta de respeito que não me deixa emudecer. Seria ausência de prestígio político de nossos representantes nos parlamentos? Ou falta de interesse, mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, igualmente surpreendente é o quase silêncio completo a respeito do assunto na semana que antecedeu o jogo do Galo de Campina. Barulho, mesmo, só dos torcedores (justamente) inconformados. Ainda assim, como somente têm voz em pouquíssimos espaços, o alarde não logrou fazer-se proporcional ao tamanho da irresignação percebida em cada um em particular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse quadro lamentável e revoltante — é, amigo, você sabe!, quem é torcedor ou, não o sendo, é alagoano e gosta de futebol, não é insensível a tamanho desdém —, o que se pode fazer, para que no futuro Alagoas seja mais respeitada? Sei lá...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mim, resta-me socorrer do &lt;em&gt;jus esperniandi&lt;/em&gt; — o direito de, pelo menos, espernear. Ei! Ô! Aqui, véio! Tá com cera no ouvido, é?! Quero ver os jogos do CRB na televisão! Pô!!&lt;br /&gt;_________&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Também publicada no sítio&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/futebolalagoano.com"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;futebolalagoano.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-6774877494126006129?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/6774877494126006129/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=6774877494126006129&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/6774877494126006129'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/6774877494126006129'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2007/11/exerccio-do-jus-esperniandi.html' title='Exercício do &quot;jus esperniandi&quot;'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-1883648946896211641</id><published>2007-11-11T15:45:00.000-03:00</published><updated>2007-11-13T15:53:46.268-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Tripanossomos</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_G_gWcLKD8Z0/RznyWlP2eqI/AAAAAAAAAJ4/syCFij_QjMc/s1600-h/insetos2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5132399720135031458" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_G_gWcLKD8Z0/RznyWlP2eqI/AAAAAAAAAJ4/syCFij_QjMc/s320/insetos2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;Bem feito pra mim. Tinha nada que sair elogiando. Menos ainda com o destaque dado. Quem mandou? Ôxe! Fim das contas, sequei o cara!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo porque, passado o jogo em que o Galo vencera o Coritiba, líder da competição, ainda entusiasmado com o ótimo desempenho do time fui inventar de descobrir qual a razão para aquela recuperação admirável. Pior! Em vez de ficar quieto no meu canto, externei o que houvera concluído: que o técnico havia sido o responsável pela virada de mesa, pela expulsão da urucubaca, pela recuperação motivacional do grupo. Pior: externei publicamente essa opinião! Aí já foi demais. Sequei o cara!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultado: sumiram toda a ousadia e coragem atribuídas ao técnico do Regatas — ou “professor”, como muitos referem-se a esses indispensáveis profissionais. Tudo bem, pode ser que os jogadores tenham todos desobedecido às suas orientações, realizadas no sentido oposto. Mas é difícil crer. Afinal, como achar que aquele desempenho sonolento que se viu no 1° tempo e parte do 2° não teve o dedo — melhor, a mão — do técnico, quando se sabe que optou por escalar três volantes? Pior: no intervalo do 1° tempo, ouviu-o, claramente, reclamar da pífia atuação do time! Contraditoriamente, entretanto, voltou com a mesma escalação e esquema desastrosos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi terrível! O time que vi jogar até as primeiras — e finalmente acertadas! — alterações (precisou levar um gol para acordar, registre-se!), iniciadas com o ingresso do ótimo Sidney, lembrou outro, de triste memória, que sempre “caía de 4”. Quem não lembra, e quem não gostaria de esquecer? As nossas sortes são que o outro time finaliza tão ruim — ou pior — do que o nosso, e que o goleiro Musse fez jus ao único ato de coragem do “professor”, ao mantê-lo no grupo: fechou o gol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, essa história de jogar acanhado porque na casa do adversário, Deus do céu, parece um dogma! Não é só o técnico do Galo, não! Basta ver o Coritiba, que aqui chegou (felizmente) com tanto respeito que não jogou nada! O mesmo se diga do nosso sonolento alvirrubro. Aliás, quanto a este é pra frisar e alardear: não sabe jogar na retranca! Definitivamente, não sabe! Os bons jogos do CRB são sempre partindo para o ataque! Basta que se rememore. Não é difícil. Então por que insistir com essa história de jogar retrancado só porque é na casa do adversário?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é, mas como eu dizia no início da crônica, fui elogiar, deu no que deu. Por isto, penitencio-me: a culpa foi minha. Sequei o “professor”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resta-me, porém, uma esperança última de expiação da culpa que me corrói a consciência e obsta-me o descanso tranqüilo: é a notícia, que penso ter ouvido (será que foi um pesadelo?), de que centenas de moscas-tsé-tsé, vindas da África (ou de lá propositadamente trazidas!), teriam chegado ao cerrado brasileiro, na véspera do embate com o Brasiliense, e se instalado no hotel onde pernoitaram os jogadores do Regatas. Como se sabe, essas hematófagas são vetores de tripanossomos causadores da doença do sono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;_________&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;"&gt;Escrita em outubro/2007&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;"&gt;Publicada no &lt;em&gt;site&lt;/em&gt; &lt;a href="http://www.blogger.com/futebolalagoano.com"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;futebolalagoano.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-1883648946896211641?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/1883648946896211641/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=1883648946896211641&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/1883648946896211641'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/1883648946896211641'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2007/11/tripanossomos.html' title='Tripanossomos'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_G_gWcLKD8Z0/RznyWlP2eqI/AAAAAAAAAJ4/syCFij_QjMc/s72-c/insetos2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-2982820047149646467</id><published>2007-11-11T15:40:00.000-03:00</published><updated>2007-11-13T15:50:06.028-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Perfeito[1]</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;Dor de garganta da bichoca preta&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5275334096490129524&amp;amp;postID=6135227745738790374#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;! Também, amigo(a) leitor(a), 90 minutos de berros e gelo na goela&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5275334096490129524&amp;amp;postID=6135227745738790374#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;... não dá outra! Mas como preservá-la assistindo a um espetáculo daqueles e sendo um apaixonado torcedor?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;Pois é, o time deu um xou&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5275334096490129524&amp;amp;postID=6135227745738790374#_ftn4" name="_ftnref4"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt; de bola! Que jogo bom de ver! E claro que a satisfação após o gol e ao final do jogo é diretamente proporcional — e como é! — ao sofrimento experimentado durante os 80 minutos que antecederam ao gol heróico do Nicácio. Este, por sinal, fez jus, naquele final de tarde, ao privilégio de ter ganho do Criador pés hábeis a chutar uma bola de futebol.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;Perfeito! Tá bem..., perfeito, perfeito não foi. Afinal o time errou muitos passes, perdeu alguns gols... Mas o que importam esses “defeitos” se um gol, justo o da vitória, foi feito? Que importam se o time foi raça, garra e coragem do início ao fim?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;Ora, não se pode esquecer de que esse time vem emocionalmente abalado, e, por isto mesmo, sofrendo uma pressão (justa!) enorme. A começar deles próprios. Por outro lado, só perde gol quem tenta. Aliás, este é um jargão quase incontestável. É que há vezes em que o gol é feito sem ter sido tentado. Como quando o acaso dá uma mãozinha&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5275334096490129524&amp;amp;postID=6135227745738790374#_ftn5" name="_ftnref5"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt; pra pôr a bola no fundo das redes, à revelia da vontade de quem a chutou. E, no caso, foram várias tentativas! Mas também houve azares, que só mesmo a impressionante urucubaca que pousou na Pajuçara pode explicar. Enfim, foi jogo para se aplaudir, mesmo fosse derrotado (toc-toc-toc na madeira!).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;Passadas as emoções maiores, enquanto me recuperava do desgaste de energia experimentado antes, durante e depois da peleja, tentava refletir sobre a causa daquela recuperação fantástica. E embora essas coisas nunca aconteçam isoladamente, penso que determinante, ali, foi mesmo o novo técnico. E não apenas porque houve um ótimo treino no dia anterior, seguido pelo belo jogo de futebol que estou a elogiar. O treino e o jogo, para mim são ambos resultado do trabalho que iniciou quando pegou logo uma pedreira&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn6" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5275334096490129524&amp;amp;postID=6135227745738790374#_ftn6" name="_ftnref6"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;[6]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt; fora de casa, nem bem havia chegado e nada conhecesse (ou pouco) de Série B, o que dizer-se do CRB (rima involuntária).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;A partir dali, ao meu sentir o time começou a mudar. E mudar não (ainda) para jogar o belo futebol do 1° turno — nem ontem jogou tão bonito assim —, mas para encontrar a motivação necessária para perseverar na luta. Espero não a percam novamente. E que não deixem que percam. Por isto que para mim foi perfeito. É..., foi perfeito!&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn7" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5275334096490129524&amp;amp;postID=6135227745738790374#_ftn7" name="_ftnref7"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;[7]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;_____________&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5275334096490129524&amp;amp;postID=6135227745738790374#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;"&gt; Esta crônica foi um pedido do Carlinhos e do Wilton, certamente mais pelos afeto e respeito recíprocos, do que pelo talento do cronista.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5275334096490129524&amp;amp;postID=6135227745738790374#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;"&gt; Bichoca preta = furúnculo pequeno, preto; na verdade, eufemismo usado por este cronista para não dizer nome mais agressivo, que possa chocar ouvidos mais sensíveis. Aliás, agressivo, aí, é outro eufemismo, para não escrever, simplesmente, palavrão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5275334096490129524&amp;amp;postID=6135227745738790374#_ftnref3" name="_ftn3"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;"&gt; Gelo na goela = outro eufemismo, para designar (ou encobrir) cerveja na garganta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5275334096490129524&amp;amp;postID=6135227745738790374#_ftnref4" name="_ftn4"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;"&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;"&gt; Xou = show.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn5" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5275334096490129524&amp;amp;postID=6135227745738790374#_ftnref5" name="_ftn5"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;"&gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;"&gt; Nenhuma referência ao famoso gol, de mão, do Maradona. Mãozinha, aqui, no sentido de ajuda, mesmo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn6" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5275334096490129524&amp;amp;postID=6135227745738790374#_ftnref6" name="_ftn6"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;"&gt;[6]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;"&gt; Pedreira = missão muito trabalhosa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn7" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=5275334096490129524&amp;amp;postID=6135227745738790374#_ftnref7" name="_ftn7"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;"&gt;[7]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;"&gt; Ufa! Quanta nota de rodapé. Mas já acabou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;"&gt;Crônica publicada no site &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/futebolalagoano.com"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;color:#ff0000;"&gt;futebolalagoano.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-2982820047149646467?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/2982820047149646467/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=2982820047149646467&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/2982820047149646467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/2982820047149646467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2007/11/perfeito.html' title='Perfeito[1]'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-7941096139423647093</id><published>2007-11-11T15:39:00.000-03:00</published><updated>2007-11-11T16:11:57.948-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Hora de apoiar</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;1° turno do campeonato. 19 jogos. 30 pontos. Um futebol então “ofensivo e envolvente” (segundo a FBA). Ao lado desse desempenho: salários e “bichos” pagos religiosamente em dia, moradia decente, os melhores hotéis, assistências médica e hospitalar, tratamento fisioterápico mediante o concurso de bons profissionais e de instalação física razoável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2º turno do campeonato. 9 jogos (até 02/10/2007). 2 pontos. Um futebol horrível e modorrento, que parece, entretanto, estar se recuperando, pouco que seja, o que se vê a partir dos últimos 2 jogos, respectivamente contra o Gama e o Remo. Ao lado desse desempenho pífio: as mesmas condições materiais e objetiva citadas anteriormente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suporte psicológico: ausente. Logo após o jogo contra o Avaí, a imprensa noticiou que foi contratado um profissional. Entretanto, se existe o profissional (e existe), ninguém sabe do trabalho realizado. Viajou com o grupo para Belém? Não, que se saiba. O profissional se adequa às necessidades do paciente? Por esses primeiros movimentos tímidos, parece que não. Este é que se adequaria àquele, o que é um absurdo. E por que não a psicóloga do ano passado? Porque a diretoria não quer. Escolheu outro. Ora, até tem o direito de fazê-lo. Mas que sirva. Seja eficiente (competente) e dedicado. Todos passam: a diretoria, o conselho, os funcionários, os jogadores, etc. Até o etecétera passa. A torcida, porém, fica. E é a titular do sofrimento deixado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um “gerentão” de futebol, que saiba “puxar as orelhas” dos jogadores relapsos: ausente. Até o momento em que escrevo, não existe. O CRB ressente-se de sua falta? À toda evidência que sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, torcedores do querido Galo da Pajuçara, ao lado de tudo de bom que foi construído pelos administradores atuais do CRB e seus jogadores (e há muita coisa a reconhecer-se boa, não se pode tampouco negar!), e apesar do que há por fazer — ou que não tenha sido realizado da melhor forma —, penso que não podemos negar apoio aos jogadores de que dispomos para defender nossas cores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não negar apoio significa aplaudir, gritar palavras de incentivo e de ordem, torcer com a alma, o corpo, o coração. Negar é vaiar aos primeiros erros (e aos segundos, terceiros e quartos), xingar porque não atuaram com a competência que deles se espera (perder um pênalti muito bem batido, por exemplo). Negar apoio, só posso entender, caros argonautas, se o plantel não se esforça, não luta, faz corpo mole, é displicente, despreza e menospreza a camisa que veste. Fora dessa hipótese, o Regatas precisa, agora mais do que nunca este ano, do nosso apoio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouvi a Dra. Maria Helena, no programa de rádio “Cadeira cativa”, dizer que o amor de torcedor assemelha-se ao amor de mãe. É incondicional. Seria, assim, exatamente nas dificuldades que o verdadeiro torcedor mostra que ama o seu clube. Aplaude quando erra, porque reconhece o esforço de quem errou. E incentiva. Como uma mãe faria a um filho querido, emocionalmente abalado. Com essa atitude, ganham todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos apoiar! É o que nos cabe, agora. Pelo CRB! E por nós mesmos! Afinal, o CRB somos nós.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;__________&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;"&gt;Escrito em outubro/2007&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-7941096139423647093?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/7941096139423647093/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=7941096139423647093&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/7941096139423647093'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/7941096139423647093'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2007/11/hora-de-apoiar.html' title='Hora de apoiar'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-1654116765776388008</id><published>2007-11-11T15:35:00.000-03:00</published><updated>2007-11-11T16:11:36.295-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Ainda é tempo!</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;Início da preparação para o Alagoano/2007. Eu e Ranulfo contatamos o então novo responsável pelo futebol no CRB. Objetivo: sensibilizá-lo para a necessidade de prover-se o clube de um trabalho psicológico constante, inclusive já para o certame estadual. Sem precisar ir longe, estávamos escaldados pelo Brasileiro da Série B/2006, e cientes de como o trabalho da então psicóloga, Dra. Maria Helena Barbosa — que, à época (2006), tivemos a honra e o prazer de apresentar ao Regatas —, fora fundamental à sua permanência naquela Divisão. Com efeito, qualquer grande time, hoje, dispõe, ao menos, de um profissional, gabaritado, da psicologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi-nos respondido, porém, que isso não era prioridade. E ponto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudanças na Diretoria e no Conselho. Alguns velhos e novos amigos. Voltei a externar ao Regatas a minha preocupação. Até agora, entretanto, surpreendentemente nada foi feito nesse sentido, embora nas vezes em que conversamos os interlocutores do Galo tenham me parecido sensíveis, e até concordes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos meus olhos leigos, enumero 3 jogos que me parecem claramente denotadores da falta que esse suporte psicológico já nos traz: CRB 4 x 3 Vitória (o time pareceu ter levado os gols que levou, e da forma que levou, por não “agüentar” o fato de aplicar uma goleada no poderoso clube baiano); CRB 1 x 2 Stº André e CRB 2 x 2 Stª Cruz (o Galo parece não acreditar que pode, sim, entrar, e manter-se, no G4).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus caros, é possível fazer algo, ainda. Contratem um bom(!) psicólogo. Profissional de uma área não substitui outro, de área diversa. &lt;em&gt;Cada macaco no seu galho&lt;/em&gt;! Ainda é tempo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;___________&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;"&gt;Escrito em setembro/2007&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-1654116765776388008?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/1654116765776388008/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=1654116765776388008&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/1654116765776388008'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/1654116765776388008'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2007/11/ainda-tempo.html' title='Ainda é tempo!'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-7611783037428356786</id><published>2007-11-11T15:31:00.001-03:00</published><updated>2008-03-10T01:11:40.764-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Conto'/><title type='text'>Uma inesquecível história de amor, garra e fé</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Aquela sofrida e imerecida derrota, para o Ituano/SP, em 11/11/2006; a zona de rebaixamento — uma realidade, então —; os dois últimos e seguintes jogos, necessitando obrigatoriamente vencê-los, além de torcer por resultados de terceiros; o próximo, o penúltimo, mais uma vez em Santa Catarina, no sábado seguinte, dia 18, desta feita contra o Avaí — em 2005, a tortura foi lá também, mas contra o Criciúma, outro jogo fantástico —; tudo isto me fazia compreender que não bastava mais só torcer, acreditar, rezar. Sentia que podia e, principalmente, devia ajudar mais. Muito mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi então que teorizei, com meus amigos Ranulfo Lira e André Canuto, que a queda do CRB, na classificação do Campeonato Brasileiro de Futebol da Série “B”/2006, tinha um componente predominantemente psicológico. Afinal, o time era bom. Muito bom, até, ousaria dizer. Com efeito, aqueles sucessivos gols sofridos ao final dos últimos jogos, a inábil maneira de tratar o problema que envolvia o jogador ídolo da torcida, entre outros fatos menos importantes, assim me faziam concluir. Perguntei -lhes o que achavam de eu oferecer ao Galo, por seu então Presidente, os serviços de uma psicóloga conhecida minha, de reconhecida competência. Essa, certamente, só não faria milagre. Mas, aí, Deus e todos os santos ajudariam. Falava da Dra. Maria Helena Barbosa. Estimularam-me e fui ter com ela. Narrei-lhe as agruras e sofrimentos últimos vivenciados pelo Regatas. Informei-lhe da possibilidade de cair à Série “C”, não vencesse os dois últimos jogos. E fulminei:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Se o CRB aceitar, você topa prestar-lhe uma assistência psicológica?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Claro que sim!, respondeu. É só me avisar com alguma antecedência, para que eu possa acertar com meus clientes já agendados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Lembre-se, porém, que se o Galo cair, poderá não repercutir muito bem pra você — alertei-a, honestamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— E se não cair? — perguntou-me. Para em seguida completar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Quem pode saber o que irá acontecer? Eu só sei, que se não aceitar, o trabalho psicológico, que é fundamental, principalmente à vista do que você próprio me narra, não será realizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Outra coisa, doutora. Não posso garantir nada em questão de honorários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Não se preocupe com isso. Vá saber se eles querem, retorne-me, e vamos em frente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E fomos mesmo, graças a Deus! — que já tive oportunidade de explicar, em outra crônica, é regatiano, enjoado, que sempre foi, da cor do céu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falei com Gustavo Feijó, então Presidente do Galo, que imediatamente concordou. Era o dia 14/11. O clima não estava nada bom na Pajuçara. Marcamos um encontro lá mesmo — para apresentá-la ao plantel, Comissão Técnica e eventuais dirigentes —, para o dia seguinte, 15/11, quarta-feira, feriado da Proclamação da República&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chovia fino, naquela tarde cinzenta e triste. Não se enxergava ânimo na expressão de quem quer que fosse, lá na Pajuçara. Quando muito uma tentativa de demonstrá-lo. Mas ânimo, genuíno... Muito longe. Aliás, tinha quase ninguém. Feijó não se faria presente, porque tinha um compromisso com o seu Universal, que estava disputando campeonato alagoano de divisão inferior. Escapou da doutora. Outros tentaram escapar de sua, digamos, preleção. Mauro Ramos tentou. Ela insistiu que queria todos presentes; não só os jogadores. Funcionários também. Lá se foram o Assis e outros. Reuniram-se no vestiário, já que chovia. Ficamos do lado de fora. Só eu, Ranulfo, André Canuto, o repórter Luciano Costa, e mais um ou outro torcedor ou jornalista que não recordo agora — esses, desculpem-me o esquecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Francamente, embora satisfeito — porque confiava muito em seu trabalho —, estava apreensivo. Afinal, sentia que ela precisava convencê-los, antes de tudo, de que sua ajuda poderia ser eficiente e, portanto, imprescindível. É que, embora a houvessem tratado com fidalguia e delicadeza, havia uma desconfiança natural, que eu percebia no semblante de cada um dos que lá vi: primeiro, porque, decerto pensavam, era uma mulher, no meio de um “bando” de homem; segundo, pela descrença de muitos, ditada pelo desconhecimento, quanto à importância, efetiva, da psicologia, para ajudá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente ouve-se um grito vindo lá de dentro! Melhor, vários gritos. Quero dizer, berros! Palavras gritadas também. Uma algazarra danada. Nessa hora, tranqüilizei-me: Dra. Helena estava conseguindo. Do espanto, foi-se seguindo uma tímida euforia em cada regatiano ali presente. Algum tempo depois, a porta do vestiário se abre, informando-nos que havia terminado o “encontro”. Sai o Mauro Ramos, visivelmente impressionado e, o mais importante, animado, e me diz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Rapaz, demais da conta! Temos que levar essa mulher pra Santa Catarina! Meu amigo, só uma preleção dessa, antes de entrar em campo, e esse pessoal vai comer a grama!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, feito o abatimento quanto à nova alimentação dos jogadores, vaticinada pelo Mauro — afinal, não era esse (comer grama), seguramente, o objetivo do trabalho da doutora —, o otimismo imediatamente se estabeleceu entre os presentes. O clima mudou. Onde havia pessimismo, desânimo e mau-humor, via-se alegria, disposição, entusiasmo. Fui levar Dra. Helena no carro dela, que estava parado na frente do Campo da Pajuçara. Agradeci-lhe. Ela se mostrou disposta a ir de novo. Até a viajar, fosse o caso. A chuva havia parado, as nuvens se abriram (verdade!), o treino começou. Os jogadores sorriam, brincavam. Realizavam os exercícios passados pela psicóloga. E se esforçavam. Missão cumprida, pensei. Ajudei, com meus amigos, meu clube do coração. Naquele feriado, fora proclamada, no velho “Severiano Gomes Filho”, a alegria, a garra, a fé! O CRB renascia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, ledo engano meu, a missão estava só começando...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Final da manhã de quinta-feira. Nada. Até o início da tarde, nenhuma resposta do Gustavo sobre a eventual ida da doutora à Santa Catarina, que naturalmente, se houvesse de ocorrer, seria no dia seguinte, já que o jogo se daria no sábado. Liguei para Dra. Helena, avisando que estava difícil e desobrigando-a. Finalmente, André Canuto conseguiu contato com o Presidente, por telefone. Percebemos haver dificuldades. Pedi a Canuto que ligasse novamente, perguntando se haveria interesse real, dele, em tê-la lá, e condições de acomodá-la convenientemente — com alimentação e hotel —, porque, havendo, nós nos encarregaríamos de mandá-la à Santa Catarina, às nossas custas. Salvo, claro, se não houvesse mais vaga em vôo algum. Ele deu “sinal verde”. Liguei de novo pra doutora. Ela sorriu com a nossa insistência. E tranqüilizou-nos. Disse que se conseguíssemos, iria. Deixaria, desde já, seus clientes de sobreaviso. André Canuto contatou algumas agências de turismo. Às 16 horas, telefona-me, informando que a reserva foi feita. Mas teríamos que pagar ainda naquela quinta-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir daí foi um corre-corre, ou um liga-liga. Às 20:30h, concluímos que o dinheiro arrecadado conosco e com nossos valorosos amigos regatianos — Ranulfo, os “Nairos” (Dr. Nairo Freitas, Nairo Henrique, Nairo José e Nairo Jr.), Reinaldo Fernandes, meu pai (Antônio Eustáquio), Milton Peixoto e Cornelio Alves — quase cobria as despesas. O resto nós acrescentaríamos. Não podíamos esperar mais. Às 21:30 horas, estávamos com a passagem comprada. Dra. Helena, por favor, faça as malas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sexta-feira, fomos levá-la ao aeroporto. Eu, Ranulfo, André Canuto e, então, Nairo José, que se incorporara ao grupo após o episódio da compra da passagem. Marcamos de nos encontrar com Gustavo Feijó, que estava embarcando em outro vôo. Confirmado, para a doutora, diretamente com Gustavo e, por telefone, com Mauro Ramos, hotel, alimentação e translado, vimos a nova regatiana partir, certos, convictos mesmos, de que tudo correria bem. Nairo José me agradece por ter despertado nele, novamente, a fé no Galo (estava pessimista quanto à mantença do CRB na série “B”, e atribuía a mim a renovação de sua crença). Eu, de minha parte, agradeci-lhe por me ter convencido de que oração é importante até para um jogo de futebol. É que eu achava, equivocadamente, que os anjos e santos não atenderiam preces envolvendo disputas, porque, o fizessem, estariam abandonando os torcedores do adversário e o próprio. Rematada bobagem. Atendem, sim!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sábado, 18/11/2006. Há alguns dias não dormia direito. Até pra trabalhar tava difícil. Mas hoje a angústia maior teria fim — maior, porque, sem a vitória, de nada valeria o último jogo, contra o Remo. E eu estava com uma fé, inabalável(!), de que passaríamos por mais esta. Seria desastroso cair. Não só para o CRB. Para o futebol alagoano, digo sem receio de errar. E olha que ouvi até jornalista, sabidamente regatiano, afirmar que o Galo já estava na “C”. Jogou cedo a toalha. Teve que apanhá-la de volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomamos assento à mesa do Bar do “Rei”, lá no limite entre Ponta Verde, Pajuçara e Santo Eduardo. Nunca sei que bairro é ali. Bem na calçada, para poder encostar o carro próximo e ligar o rádio. Levei um santinho de Nossa Senhora Desatadora dos Nós pra cada um: André Canuto, Ranulfo, Nairo José e Iranildo Júnior. Pus o meu, de há muito plastificado — desde a primeira santa-ajuda que me foi dada por ela, anos atrás —, no centro da mesa, encostado ao porta-guardanapos, não sem antes pedir-lhe perdão pelo desconfortável e indigno (dela) pedestal. Mas ela teria que estar ali, olhando por nós e pelo Galo. Mesmo que numa mesa de bar. Era um otimismo mesclado com uma tensão enorme. Naquele dia, mal consegui comer. Dormir, nem se fala. Pedi por todos. Pedi pelo CRB, pedi pela doutora. Pedi por mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O telefone toca. É ela. Um otimismo impressionante. Uma garra admirável. Consigo ouvir o barulho no estádio. Desejo-lhe boa-sorte, e ao Galo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começa o jogo. E nós somente ouvindo. Pelo rádio. Não foi transmitido pela tv. Pra nos maltratar ainda mais. Você, que me lê, já deve, naturalmente, ter acompanhado um jogo de futebol, do seu time do coração, exclusivamente pelo rádio. É uma tortura. Não que seja ruim. Mas mata o sujeito de tanta emoção. Aliás, já digo que vou pular a parte que antecede o gol sofrido. E, mesmo dele, vou falar pouco. Quase nada. Você sabe que o Avaí inaugurou o placar, né? Então, pronto. Estupefação, claro. Seria, novamente — um rápido pensamento passou por minha cabeça — mais um resultado desastroso? Absolutamente! Alguns segundos após, a fé voltou. Na verdade, nunca deixou de estar lá. Meu santinho da Nossa Senhora ia caindo na mesa. Escorregara do improvisado pedestal. Vejo o Nairo José apanhá-lo. Ajeita com carinho, respeitosamente. Eu olho. Só olho. Para ambos. A emoção é grande demais, amigo(a) leitor(a). Mas é só aguardar, ter fé, que o empate não tardará, penso. Nesse momento, digo ao Nairo: Calma, vamos vencer! Percebo uma certa comemoração pelo gol sofrido, vinda da mesa vizinha à nossa. Um pouco contida, é verdade. Mas percebo. Era, no entanto, também uma mesa de alagoanos. Lembro-me ter sabido que até caixão fora encomendado por torcedores contrários ao Galo, para comemorar nossa aguardada (por eles, claro!) queda à série “C”. Fico quieto no meu canto. Estamos todos assim. Quietos. Mudos. E aí..., quando menos esperávamos é marcado o pênalti da reação. E da redenção. Comemoramos. Mas não demoramos vibrando. A tensão era grande demais pra isto. Foi autorizada a cobrança. O chute preciso. É gol. Gooolllll!! Também aí comemoramos pouco. Só por alguns gestos contidos. Um soco no ar. Uma rápida levantada da cadeira. Uma contração dos punhos. Coisa modesta. Uma comemoração pra dentro. O empate, afinal, era só o primeiro passo. O último e definitivo haveria de estar por vir. Não tardou. Quando ainda imaginávamos poderia demorar, ele veio! Goooooolllllllllllllllllll!!!!!!! Agora, sim! Uma loucura! Foi um tal de berrar, pular, abraçar... chorar. Nesse momento, faço questão de dedicar 10 segundos da minha comemoração à mesa vizinha. Fico em sua frente, olhando na sua direção, mas sem olhar especialmente pra ninguém. Sabe como é? Você se vira na direção do alvo, grita, esbraveja, cerra os punhos no ar, comemora! Feliz! Parece que não vê ninguém. Mas vê. Só não dedica o olhar. Só pra deixá-los sem graça. Entende? Satisfeito, esqueço e volto aos amigos. Agora, é sofrer até o final. São minutos terríveis. Mas a fé que nos movia era inabalável! Alguns, dentro do bar, que não ouviam o jogo atentamente, ensaiam uma comemoração, como se já houvesse acabado. Alertamos que não. Comemorar, só após o apito final do juiz. Estávamos calejados em sofrer gol no último minuto. Dessa vez não podíamos arriscar. E eram minutos intermináveis. Sem exagero. Até que, finalmente, o juiz encerra o martírio. Fim de jogo! O Galo venceu!! E de virada! Olha, não dá, não dá, mesmo, pra descrever o que foi aquele momento para cada um de nós, ali. A partir de então, só festa. A noite quase toda. Certa hora, meu telefone toca:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Alô? Doutora?! E aí? Que maravilha, hein? — perguntei à Dra. Helena, esbanjando alegria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Foi muito bom! Correu tudo bem, como a gente previu! Muita garra, muita disposição, muito otimismo, muita confiança, muita fé! Parabéns ao CRB!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Parabéns a você, Dra. Helena. Nós, regatianos, seremos sempre gratos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Vamos à vitória, sábado! — terminou me dizendo, antes de desligar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos, sim, doutora. Vamos, sim, pensei, enquanto voltava a me reunir com os irmãos-regatianos. O CRB de fato renascera naquele 15 de novembro de 2006. E acabou por conquistar, naquele mesmo feriado, e ali, na Pajuçara, uma valiosa torcedora. Ou fora uma conquista mútua?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois fiquei sabendo que Dra. Helena foi uma guerreira lá no sul. Declinou do convite para assistir ao jogo nas cadeiras. Preferiu postar-se atrás do gol do Regatas, abrigada em uma capa de chuva — sim!, chovia, em Santa Catarina — repassando ao goleiro algumas instruções do técnico, ao mesmo tempo em que o encorajava e lhe assegurava a certeza da vitória. Durante os dois tempos. Ali, debaixo de chuva. Soube, também, que até o Presidente fora por ela socorrido, quando sentira-se mal no intervalo da partida. Socorreu, mas não sem lhe passar um “pito” por ter fugido dos trabalhos que realizou com os jogadores, funcionários e comissão técnica. Não recebeu honorários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi um jogo inesquecível para mim, caro leitor. Não. Mais! Foi uma história inesquecível. Uma linda história. De amor, garra e fé!&lt;br /&gt;___________&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Publicado no &lt;em&gt;site&lt;/em&gt; oficial do CRB (&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.crb-al.org/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;www.crb-al.org&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;) (Seção: Meu jogo inesquecível)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-7611783037428356786?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/7611783037428356786/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=7611783037428356786&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/7611783037428356786'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/7611783037428356786'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2007/11/uma-inesquecvel-histria-de-amor-garra-e.html' title='Uma inesquecível história de amor, garra e fé'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-3417508339901650872</id><published>2007-11-11T15:27:00.000-03:00</published><updated>2007-11-12T00:46:39.907-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Avermelhou em Barueri</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_G_gWcLKD8Z0/RzfMJlP2epI/AAAAAAAAAJo/YCnWTVoeapY/s1600-h/Avermelhou.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5131794765401455250" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_G_gWcLKD8Z0/RzfMJlP2epI/AAAAAAAAAJo/YCnWTVoeapY/s400/Avermelhou.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;Foto do amanhecer de 19/8/2007, em Barueri/SP.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Dizem seus surpresos habitantes e autoridades que o &lt;strong&gt;CRB - Clube de Regatas Brasil — o Galo da Pajuçara&lt;/strong&gt;, lá de Maceió/Alagoas — foi o responsável por sua cidade ter-se avermelhado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Esse &lt;strong&gt;Galo&lt;/strong&gt;, hein? É mesmo impossível! &lt;strong&gt;Uh!! CeReBê!!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#ff0000;"&gt;_____________&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Obs.: 1) A cidade está por trás da nuvem vermelha;&lt;br /&gt;2) No dia anterior, jogando contra o Grêmio daquela cidade, o &lt;strong&gt;CR&lt;/strong&gt;B venceu por 3 x 2.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-3417508339901650872?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/3417508339901650872/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=3417508339901650872&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/3417508339901650872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/3417508339901650872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2007/11/avermelhou-em-barueri.html' title='Avermelhou em Barueri'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_G_gWcLKD8Z0/RzfMJlP2epI/AAAAAAAAAJo/YCnWTVoeapY/s72-c/Avermelhou.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-1351343168183682595</id><published>2007-11-11T15:20:00.000-03:00</published><updated>2007-11-12T00:31:34.821-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>E o Pepe foi do Galo!</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_G_gWcLKD8Z0/RzfIpFP2eoI/AAAAAAAAAJg/0UL7vRoBioc/s1600-h/pepe.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5131790908520823426" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_G_gWcLKD8Z0/RzfIpFP2eoI/AAAAAAAAAJg/0UL7vRoBioc/s400/pepe.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;Como explica a "Veja", retificando reportagem anterior (vide ilustração acima, reproduzida daquela revista), o nosso Torcedor-Conselheiro &lt;strong&gt;Carlos Almeida Lima Filho&lt;/strong&gt;, mais conhecido como o &lt;strong&gt;Carlinhos da Confraria&lt;/strong&gt;, fez mais uma das suas em favor do nosso &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Galo de Campina&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;. É isto mesmo! Não lhe bastou constatar o erro da revista e, talvez, chatear-se. Foi além. Cercou-se dos documentos necessários, solicitou a necessária correção, e aí está: Pepe, revelado no &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;CRB&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este fato me faz recordar outro, ocorrido no Campeonato Alagoano de Futebol do ano passado. O &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;CRB&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; ia escalar um jogador (não recordo seu nome agora) que, ao contrário, estava proibido de atuar, porque deveria cumprir suspensão automática. O fizesse, naturalmente sofreria severa punição, tão-logo fosse constatada a grave irregularidade. E quem livrou o &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Regatas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, alertando sua Comissão Técnica e dirigentes, e impedindo a desastrosa escalação? Justamente o Carlinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parabéns, meu caro! Os &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;argonautas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; só podem agradecer!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;_______________&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Escrito em agosto/2007&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-1351343168183682595?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/1351343168183682595/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=1351343168183682595&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/1351343168183682595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/1351343168183682595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2007/11/e-o-pepe-foi-do-galo.html' title='E o Pepe foi do Galo!'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_G_gWcLKD8Z0/RzfIpFP2eoI/AAAAAAAAAJg/0UL7vRoBioc/s72-c/pepe.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-6954438613807880771</id><published>2007-11-11T15:13:00.000-03:00</published><updated>2007-11-27T23:41:51.400-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>As parcerias: um mal, ou um bem?</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;Seria ótimo! Sensacional, até, tivesse o CRB condições de remunerar um plantel cujos salários desestimulassem o interesse de empresários ou outros clubes, daqui ou de fora do país. Média de trinta, quarenta mil reais... Por aí. Folha de pagamento razoável, né não? E honrada religiosamente em dia, claro. Sem contar, é certo também, uma situação financeira tranqüila em relação a dívidas deixadas por algumas administrações passadas. Dívidas trabalhistas — em sua quase totalidade majoradas artificialmente, por falta de defesa oportuna em juízo, outras criadas inexplicavelmente —, além daquelas, de natureza diversa, que, dizem, já estariam pagas há muito. Como seria bom não tê-las!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a realidade do CRB é outra. Justamente a oposta. Ao menos é o que ouço ser dito, afirmado e reafirmado. Sem contestação. Portanto, não tenho porque desacreditar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, nessas circunstâncias, tem-se que as parcerias tornaram possível, por exemplo, construir-se um plantel formado por bons e razoáveis jogadores, a baixo custo, e ainda receber um troco na hipótese de um deles vir a ser negociado. Segundo Alexandre Farias, do Atlético-MG, o percentual em favor do CRB varia de 20 a 33%[1]. Não me parece ruim. O treinador? Para mim, o melhor fruto das parcerias. Queira Deus — que soube, por fonte segura, é alvirrubro, enjoado que ficou da cor do céu — o Galo obtenha os resultados de que precisamos, para possa aqui permanecer por muito tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outra, como estaríamos sem elas? Qual seria o nosso plantel? Nos moldes daquele, formado com sacrifícios (aqui novamente repito o que sempre se afirmou, sem questionamentos) para o Campeonato Alagoano 2006? E fosse, ao revés, caro, qual seria o resultado ao fim do Brasileiro, no tocante às dívidas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também não vejo sejam as parcerias a causa de ter o CRB perdido jogadores para outros clubes. Estamos no final do 1° turno e, salvo engano, foram 4 atletas, então titulares à época, que deixaram o Galo: Luciano Amaral, Maílson, Wanderson e Marcinho. Desses, apenas os dois últimos foram fruto da parceria com o Galo mineiro. O primeiro, Luciano Amaral, era contratado do CRB, ortodoxamente. E o segundo, a chamada prata da casa. O problema, assim, parece-me ser mais de baixo salário e incapacidade econômica e financeira de disputá-los no mercado futebolístico do que de serem, ou não, do Atlético ou do Democrata mineiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para concluir, vou aos resultados, à campanha. Está mal? Tem feito vergonha? Seus jogadores estão desinteressados, sem garra, ou coisa que o valha? Os resultados têm sido insatisfatórios? Saldo de gols, número de vitórias e derrotas estão aquém das expectativas mais realistas? Há otimismo quanto a progredirmos e alcançarmos a Série A? Parece-me, pois, que em geral há mais prós do que contras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, vou continuar torcendo para que dêem certo as parcerias. Torcendo também, claro, para que alienígenas não cobicem os nossos destaques. Tomara que dê! Tomara que dê tão certo que breve não precisemos mais delas como quase única alternativa disponível. O CRB merece. Seus torcedores também merecem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;____________&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;"&gt;[1] Conf. &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Revista do Galo da Pajuçara&lt;/span&gt;, Ano 1, Número 1, maio/2007, p. 5&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Escrito em julho/2007&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-6954438613807880771?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/6954438613807880771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=6954438613807880771&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/6954438613807880771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/6954438613807880771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2007/11/as-parcerias-um-mal-ou-um-bem.html' title='As parcerias: um mal, ou um bem?'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-8850324147534269084</id><published>2007-11-11T14:44:00.000-03:00</published><updated>2007-11-12T00:00:07.708-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Eita CRB arretado!</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_G_gWcLKD8Z0/RzfBdVP2emI/AAAAAAAAAJM/WibyCHm1UB8/s1600-h/Eita+CRB+arretado.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5131783010075966050" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_G_gWcLKD8Z0/RzfBdVP2emI/AAAAAAAAAJM/WibyCHm1UB8/s200/Eita+CRB+arretado.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;Fazia tempo que não escrevia sobre o meu Galo da Pajuçara. A última vez foi às vésperas do jogo contra o Remo, último do Campeonato Brasileiro da Série B/2006, em que precisávamos ganhar e ainda dependíamos de resultado(s) de outro(s) jogo(s), para não (ca)irmos à “C”. Naquela oportunidade, conclamava os argonautas brasileiros (principalmente os jogadores e a sua maravilhosa torcida) a fazermos, todos juntos, uma grande corrente de entusiasmo e garra em torno do nosso querido Clube de Regatas Brasil, ao tempo em que lhe manifestava a minha inabalável fé. Vencemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, cá estamos novamente na Série B, temporada 2007. E de novo renova-se a esperança de ingressarmos no seleto grupo superior. Assoma, ainda, também renovado, o orgulho que sentimos pela notável bravura do nosso Regatas, verdadeira fonte e exemplo de resistência num mar de dificuldades (não o da Pajuçara, naturalmente), mas também de muitas alegrias e conquistas — aquelas, construídas ao longo de administrações que não lhe fizeram jus; as últimas, traduzidas no resultado da abnegação, do sacrifício e garra dos apaixonados que o dirigiram. Numa palavra, para estas: amor ao CRB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é fácil — e não há, naturalmente, novidade no que digo — permanecer tantos anos nessa competição. Se é fato que desde quando criada essa fórmula de campeonato nunca subimos à 1ª Divisão, é certo, também, que jamais descemos à 3ª, o que se traduz inquestionável vitória e motivo de orgulho, principalmente à luz da realidade do nosso (pobre) futebol alagoano. E este feito imprescinde seja dito, alardeado, reafirmado e ouvido. Minha avaliação, para que assim se tenha dado — é certo que com meus olhos de torcedor apaixonado, mas lúcido, creio (se é que é possível lucidez na paixão) —, é uma capacidade impressionante de superação do Galo, sempre, sempre apoiado, incondicionalmente, por sua enorme, dedicada, irrequieta e surpreendente torcida. Talvez aí a razão para manter-se de pé até hoje. E com a cabeça bem erguida!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta crônica é, assim, para homenagear essa massa impressionante de torcedores, que desinteressada e aguerridamente apóia o nosso Regatas, 10ª média de público pagante no Brasileiro do ano passado — e não são poucos os que defendem que o público oficialmente divulgado não corresponde ao efetivamente presente ao Rei Pelé e, a um primeiro olhar, parecem estar certos. É, também, para registrar o reconhecimento à dedicação que vem emprestando à missão que assumiu o seu atual Presidente, secundado pela competente Comissão Técnica que formou, e pelos novos parceiros que conquistou, tudo com inegáveis empenho, trabalho e criatividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, argonautas da esperança, da garra, da coragem e da fé, em ambiente tão favorável como agora — sim!, o nosso time é muito bom e só estamos a 3 pontos do próximo adversário, que nesta tarde em que escrevo é o 2º colocado —, urge, como sempre, continuarmos a construir a nossa glória com nosso esforço, com nossa raça, com o peito forte de que fala o nosso hino, o hino mais lindo, o hino do único Clube de Regatas que é do Brasil!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;__________&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;"&gt;Foto em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/www.crb-al.cjb.net"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;color:#ff0000;"&gt;www.crb-al.cjb.net&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;"&gt;Publicado no &lt;em&gt;site&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/CRB-NET"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;color:#ff0000;"&gt;CRB-NET&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;"&gt; (Seção Colunas)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-8850324147534269084?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/8850324147534269084/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=8850324147534269084&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/8850324147534269084'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/8850324147534269084'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2007/11/eita-crb-arretado.html' title='Eita CRB arretado!'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_G_gWcLKD8Z0/RzfBdVP2emI/AAAAAAAAAJM/WibyCHm1UB8/s72-c/Eita+CRB+arretado.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-1311451839927673903</id><published>2007-11-11T14:42:00.000-03:00</published><updated>2007-11-11T23:56:08.804-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Avante, argonautas!</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_G_gWcLKD8Z0/RzfAqlP2elI/AAAAAAAAAI8/eC1jqL0EwkI/s1600-h/Avante,+argonautas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5131782138197604946" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_G_gWcLKD8Z0/RzfAqlP2elI/AAAAAAAAAI8/eC1jqL0EwkI/s200/Avante,+argonautas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;Nunca deixei de acreditar, CRB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jamais deixei de ver em seus jogadores o espírito, a garra e a coragem dos lendários heróis gregos que se lançaram na mitológica nau, Argos. Assim testemunhei, aqui e em Pernambuco, pela TV ou pelo rádio (quando você estava muito longe). Também a sua maravilhosa torcida, passando por seus abnegados funcionários, dos mais simples à sua direção. A todos homenageio, nas pessoas de Rodrigues, Adson e Pantera, atuais ocupantes da normalmente inglória posição de goleiro, e de seu dedicado massagista, Assis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse Campeonato Brasileiro da Série B/2006, muitas alegrias, várias tristezas. Sonhamos com a ascensão, para depois sofrermos com a vitória que teimava em não voltar. E como penamos! Mas qual o verdadeiro guerreiro que não se ergue? Qual o argonauta que se abate frente às dificuldades? Nosso hino, o mais belo, entoa que argonauta tem sangue correndo em veias ardentes, argonauta não morre. Lembra que nos momentos de maior dificuldade argonauta é depositário da fé da pátria. Hoje, de Alagoas. Por isto, argonauta vence. E vence alegre, firme, de pé!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A luta, nunca renegada. A garra, jamais perdida. A coragem, em cada coração. Jogadores vieram; os melhores ficaram. Gustavo Feijó, numa palavra: abnegação. Gérson Sodré, velho conhecido teu, técnico competente, maestro indispensável. Dra. Helena Barbosa, psicóloga solidária e guerreira, bendita inspiração que atendeu ao meu pedido de ajuda. Levei-a a você, Galo, e a vi acolhida por todos os que o fazem. Com a indispensável concorrência de amigos e aguerridos regatianos (André Canuto, Ranulfo Lira, Nairo José e outros tantos), conseguimos mesmo pô-la ao seu lado, sob sol e chuva, na distante Stª Catarina. Mostrou-se uma argonauta de escol. Faltava-lhe, pois, CRB, a recompensa. E ela veio! Sábado último (escrevo-te, Galo, aos 20/11), naquele longínquo Estado, os argonautas da Pajuçara mostraram, mais uma vez, terem o espírito daqueles que inspiraram o nosso hino; mostraram que a alma regatiana não desiste, não arrefece. Que a matéria, que te compõe, até verga, mas não quebra. Vencemos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca deixei de acreditar, CRB! Por isto, neste momento que ainda é difícil e de futuro (racionalmente) incerto, renovo-lhe a minha inabalável crença em você. E por isto, argonautas da esperança, conclamo a irmos, todos juntos, ao Remo, pois nosso norte, de glória, traçado está; façamos o peito forte, que a pátria, forte, será!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;_________&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;"&gt;Publicada no jornal Gazeta de Alagoas, de 25/11/2006, e no &lt;em&gt;site&lt;/em&gt; &lt;a href="http://www.blogger.com/CRB-NET"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;CRB-NET&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; (Seção Colunas)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-1311451839927673903?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/1311451839927673903/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=1311451839927673903&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/1311451839927673903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/1311451839927673903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2007/11/avante-argonautas.html' title='Avante, argonautas!'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_G_gWcLKD8Z0/RzfAqlP2elI/AAAAAAAAAI8/eC1jqL0EwkI/s72-c/Avante,+argonautas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-3269814154246825935</id><published>2007-11-11T14:37:00.001-03:00</published><updated>2008-03-10T01:04:44.515-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Ranulfo, obrigado!</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:78%;"&gt;Crônica&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_G_gWcLKD8Z0/Rze_jlP2ekI/AAAAAAAAAIw/arrZ8JrFIAI/s1600-h/Eu+e+Ranulfo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5131780918426892866" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_G_gWcLKD8Z0/Rze_jlP2ekI/AAAAAAAAAIw/arrZ8JrFIAI/s200/Eu+e+Ranulfo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Talvez seja politicamente incorreta minha louvação. Acho, até, que não faltará quem a considere infantilidade, lapuzice, inospitalidade, e por aí vai. Discordo. Foi bom. Ah, como foi! Lavou nossa alma! Vou contar pr’ocês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era o dia 09 de setembro, ano de 2006. O jogo: CRB x Atlético/MG. Nosso Galo ainda não havia caído tanto na classificação (no momento em que escrevo, encontra-se em 13º lugar), portanto o velho Trapichão iria estar todo vestido de vermelho e branco. Aliás, o nosso é o verdadeiro, pois que de campina, enquanto o outro é preto e branco, mera, e mal tirada, cópia. Como diz o Andrezinho, quem já viu galo preto e branco? Só se for xerox.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas vamos aos fatos. Chegamos ao estádio com mais de 1 hora de antecedência, como quase sempre acontece. Dessa feita, além do meu filho, acima, levei também minha pequena Ananda (jogo à tarde ela exige que a leve junto, e eu cedo) e minha namorada, Dolly. Conosco, como de praxe, o Ranulfo (dessa vez sem o “tio Lula”, que estava em Salvador) e o Canuto (também, como eu, André), que também se fez acompanhar por sua namorada, Mariana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo após chegarmos às cadeiras superiores do Rei Pelé, percebemos a entrada de alguns torcedores do galo imitação (porque falso, escrito sem a inicial maiúscula). Chamá-lo-ia pinto, pejorativamente, não fosse a possibilidade de ser confundido com o querido Pinto da Madrugada. Assim, apenas galo. Bem minúsculo. Acho que eram uns 10. Por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amigo leitor, eram chatos! Nada contra mineiro. De jeito nenhum! Problema algum, tampouco, que entrassem no nosso Trapichão (afinal, suponho tenham pago pra isso), assistissem ao seu time defender-se acomodados nas cadeiras do nosso estádio, e que, até (suprema condescendência nossa), viessem paramentados com sua indumentária de gosto no mínimo discutível. Afinal, somos civilizados. Mas, pô, respeito! Afinal, estavam em nossa casa. E, aí, não respeitando, mal-educados são eles. Não podiam, outrossim, ficar provocando, quase todo o tempo em pé, a berrar histéricos quando seu time conseguia passar do meio de campo, e, imperdoável heresia, aproveitando-se do nosso grito de gaaalo(!!), para conosco fazer coro — com as mais deslavadas ironia e boçalidade, — isto sem falar nas vaias ao Regatas. Parecia que éramos todos uns apalermados, uns provincianos bobos que teriam que aceitar passivamente suas pantomimices e alaridos provocativos. Talvez esse não fosse o comportamento de todos eles, mas parecia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, antes da metade do 1° tempo, meu irascível amigo Canuto saltou de sua cadeira e, num arroubo de irresignação incontida, mandou-os pôr fim aos guturais ruídos que produziam. O fez sem muito comedimento, é verdade. Tachou-os de filhos disso, bando daquilo, mandou-os tomar, deixe ver..., deixa pra lá; enfim, essas coisas pueris que comumente se alardeia em estádios de futebol. Nada, porém, que pudesse chocar o ouvido mais sensível, ou que já não fizessem por merecer. Naquele momento, porém, sua voz justamente inconformada não encontrou ressonância nos cérebro e coração dos alvirrubros presentes, decerto porque a peleja ainda mal se iniciara, o CRB ainda não havia levado o único gol da partida, — ao contrário, a expectativa era de vitória, tal o acuamento do galo face à pujança e ao notório melhor futebol do Galo, — além do que o teor alcoólico dos presentes, acho, ainda permanecia em patamares sobremodo módicos. Foi aí que vi o quanto somos civilizados. Ou bobos. Acalmei-o. — Fica quieto, Canuto. Deixa pra lá! Confesso que me senti dividido: meio civilizado, meio bobo. Mais bobo, acho. Exatamente por tanta civilidade. De qualquer forma, havia os filhos, a namorada... Talvez a distância dos 20 anos... Fosse em outra época... Hum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fim do 1º tempo. A essa altura, o semblante dos alagoanos começava a mudar. O meu idem. Já havíamos levado o fatídico gol. Estivéssemos vencendo, decerto nada aconteceria. O CRB tem, assim, sua parcela de culpa pelo que virá, acabo de concluir. Pois bem, comentávamos, nós e os demais amigos e conhecidos, em tom visivamente irresignado — como fácil se percebia só pelo tom vocal que emanava de nossas cordas —, que parecia em Maceió não existir homem. Cabra macho, sacomé? Pô, os caras vêm a nossa casa, deixamos que se instalem em nossas confortáveis (nem tanto) cadeiras, metidos em suas camisas de cores dissonantes (feias de doer), e ainda aceitamos, passivamente, que “tirem onda” conosco, cheios de desdém e soberba? Se fosse no Mineirão, e fôssemos para suas cadeiras, ficaríamos quietinhos, sem “dar um pio” (viraríamos pintos mudos, sequer galos), e talvez nem devidamente paramentados fôssemos (salvo se ficássemos no local reservado à torcida visitante). Mas eles... Ah, eles estavam se sentindo em casa! Uma diversão, só! Mas não contavam com o Ranulfo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Início do 2º tempo. Por volta, já, dos 15 minutos iniciais, continuam afoitos, barulhentos e irônicos, a despeito de que a forte retranca do seu time começasse a deixar claros, por onde se podia vislumbrar possível (ainda era provável, em nosso imaginário) gol de empate. O CRB continuava a pressionar, mas sem competência. A torcida, naquele momento, silenciosa. Mas com uma ira contida, perceptível nos mínimos gestos de cada torcedor. Foi quando, do nada, irrompe o brado retumbante do Ranulfão (parecia que estava com um alto-falante na garganta), mais ou menos assim: — P*, cala a boca, p*! Ninguém agüenta mais esse cacarejo! Cês tão em nossa casa, seu time tá ganhando e ninguém tá incomodando vocês. Mesmo assim, desde que chegaram, não param de provocar. Respeitem, p*! Tão pensando o quê? A partir de agora, a coisa vai mudar, tão ouvindo?! É pra ficar tudo calado, ou vão sair debaixo de porrada!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rapaz..., foi um alvoroço geral o que se seguiu. Não passaram mais do que 10 segundos — necessários e suficientes a se entender o que se passara — e começaram a irromper apupos e palavrões os mais diversos, vindos de todos os lados (e perigosamente ao redor dos forasteiros). Ouviam-se, claramente, fortes coros de viado (assim, com “e”), referências nada elogiosas às inocentes genitoras,... esses mimos. Quando dei por mim, já havia subido pelo menos umas duas cadeiras acima da minha, para fazer-lhes ouvir melhor meus agora nada civilizados protestos, o que, entretanto, se me mostrava impossível dado o ensurdecedor barulho que já se formara, alcançando as cadeiras dos demais setores, além das arquibancadas vizinhas, de um e de outro lado, onde ficam algumas torcidas do Regatas. Andrezinho, por sua vez, estava sobre outra cadeira, ao meu lado, gritando, também — digamos — palavras de ordem, dando, assim, os primeiros passos no exercício de sua, ouso dizer, cidadania. Mandei-o de volta à sua cadeira. Voltei também. Expliquei-lhe que a reclamação e o protesto verbais eram o limite. Ele entendeu. E falou, depois, pra mim: — Pôxa, pai, agora sim! Tinham que nos respeitar, ora! Tranqüilizei-me, com seu veredicto, e também à minha pequena e à Dolly. Dirigi mais alguns vocábulos aos forasteiros, até me dar por satisfeito. Felizmente a polícia já os havia cercado, protegendo-os dos mais afoitos alvirrubros, que rapidamente agarraram (ou tentaram fazê-lo) o colarinho de um ou de outro. O mais alterado dos rivais foi expulso do aprazível (não fossem eles) recanto, protegida sua incolumidade física por nossos valorosos guardas, que cumpriram, sem reparos, o seu papel. Os demais permaneceram, mas protegidos de perto pelos policiais. Sentados, bandeira aquietada e, o melhor, em silêncio, em completo silêncio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante todo esse tempo — foram alguns minutos —, como prosseguisse o jogo à revelia de nossa ira santa, voltamos-lhe nossa atenção, somente dos invasores nos lembrando quando o Ranulfo — apropriadamente referido, a partir de então, como nosso xerife — levantava-se para investigar se tudo permanecia na devida ordem, não se descurando de alertá-los, dedo em riste, para assim permanecerem, no que era prontamente atendido, haja vista a quietude que de lá emanava. Faltando alguns minutos para o fim do jogo, nossos outrora detratores deixaram o estádio, sempre com a nossa polícia cidadã garantindo, por cautela, sua incolumidade física, sob os mais ruidosos apupos e palavras grandes (palavrões) gritadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode parecer exagero — talvez pareça, para quem nunca assistiu (ou não gosta, ou os dois) a um jogo de futebol, como torcedor. Mas quem o já, sabe do que estou falando. Arrisco até filosofar, para defender que a questão transcende aquele esporte. Na verdade, penso que tais atitudes refletem a lembrança de que há sangue correndo nas veias, de que ainda temos brio, de que estamos em nossa casa, e, por isto mesmo, exigimos respeito. Só respeito. Legal! Muito bom! Muito bom, mesmo! O Galo perdeu. Mas valeu o jogo. Aí, Ranulfo: obrigado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia seguinte...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Triiimm!! Triiimm!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Alô?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— André? Sou eu, Ranulfo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Diga, aí, velho! — sua voz de sono denunciava acabara de acordar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Rapaz..., qué que’u fiz, me’rmão? Exagerei? — a ressaca moral era notória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Nada, Ranulfo. Volte a dormir. Fez nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltei, também.&lt;br /&gt;___________&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Publicada no &lt;em&gt;site&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/CRB-NET"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;CRB-NET&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt; (Seção Colunas)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-3269814154246825935?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/3269814154246825935/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=3269814154246825935&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/3269814154246825935'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/3269814154246825935'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2007/11/ranulfo-obrigado.html' title='Ranulfo, obrigado!'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_G_gWcLKD8Z0/Rze_jlP2ekI/AAAAAAAAAIw/arrZ8JrFIAI/s72-c/Eu+e+Ranulfo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-6069254358843631415</id><published>2007-11-11T13:31:00.000-03:00</published><updated>2007-11-11T16:03:18.170-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Deslumbrados, nós?</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;Foram tantos artigos, crônicas, reportagens, mesas-redondas (ou seriam quadradas?) sobre o desempenho da seleção brasileira na Copa do Mundo, que me furtei em escrever mais alguma palavra acerca do já enfadonho tema, que, aliás, em matéria de enfadonho só perde para a própria. Mas há dois pontos sobre os quais não consegui silenciar, como disto é prova este artigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro é um pedido formal de desculpas. É, de desculpas, mesmo. À Seleção. Claro que não a esta, que, ao contrário, é devedora de muitas, muitas desculpas. Mas à de 1982, que num arroubo de otimismo com a de 2006, ousei com aquela comparar, em artigo anterior. Escrevia, então, do meu receio de que o favoritismo da seleção atual pudesse nos causar decepção semelhante com a vivida na Copa de 1982, no fatídico jogo contra a Itália. Craques lá, craques aqui. Favoritismo, lá, maior aqui. Mas havia uma diferença crucial, que, então, me fugiu. Lá havia um time. E um técnico. Aqui, nem uma coisa. Nem outra. Portanto, desculpas a Zico, Sócrates, Falcão, Cerezzo, Júnior... Desculpas ao saudoso Telê. Foi infeliz, reconheço, a referência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo é uma dúvida que me assola, após examinar — apenas como torcedor — o vergonhoso desempenho dos nossos maiores jogadores, a par com os dos escretes alienígenas. A comparação cingiu-se àqueles que, além de craques, fossem milionários. E, nesse sentido, observei que os únicos que não jogaram foram os da seleção brasileira. Quando digo “jogaram”, não estou me referindo a fazê-lo com beleza, arte, eficiência. Falo de alma, vontade, raça, brio. Honra! Eles simplesmente não jogaram. Pareciam tolos embasbacados e cínicos, a tripudiar dos patrícios que torciam e choravam. E é o que foram, com honrosas exceções. Li que estavam deslumbrados com sua vida de milionários e vencedores. Já haviam alcançado a glória. Reconhecimento, bajulação, mulheres, dinheiro, fama. Essa seria a razão principal. Sua condição de craques, vencedores na profissão e, economicamente falando, na vida, os desmotivara. Mas a pergunta que não me quer calar: por que o mesmo não se deu com os craques-milionários das outras seleções? Afinal, não o são, também? Por que só com os nossos? Lembre-se do jogo, dos cumprimentos antes e após o jogo, das iluminadas entrevistas. Empáfia e cinismo. Patético. Lembre-se. Ora, por que os outros, os alienígenas, suaram a camisa, honraram seu país e as cores que defendiam? Alguns chegando até às vias de fato, como nossos eternos rivais do Sul e o tal do francês, exímio cabeceador. Ao final de uma derrota, por exemplo, o que se via em seus rostos que não o cansaço da luta lutada até o final, a expressão da decepção, do choro, da revolta? E não são, também, ricos, famosos, craques, cobiçados por mulheres?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que só os nossos? Seria o deslumbramento uma característica mais nossa do que dos demais? Seriam, os nossos craques-milionários, os deslumbrados-mor? Seria a seleção, como se diz do Congresso, um nosso retrato?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuidado! Olhe o flash! Os &lt;em&gt;paparazzi&lt;/em&gt; chegaram.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;____________&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;"&gt;Escrito em julho/2006&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-6069254358843631415?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/6069254358843631415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=6069254358843631415&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/6069254358843631415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/6069254358843631415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2007/11/deslumbrados-ns.html' title='Deslumbrados, nós?'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4870423420126121721.post-1347815875971257182</id><published>2007-11-11T12:51:00.000-03:00</published><updated>2007-11-11T23:26:04.351-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônica'/><title type='text'>Memórias e Futebol. Macarrão, não.</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;Talvez pela proximidade — quando escrevo esta crônica distam apenas 06 dias da estréia do Brasil na Copa —, talvez pelo favoritismo — definitivamente incrustado na nossa Seleção —, talvez pela profusão de craques. O fato é que esses fatores me remetem à de 1982, de tão triste e inesquecível memória. Trauma, acho. Mas que não se repetirá. Não se repetirá! Não se repetirá!!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;Havia menos craques; não era inicialmente favorita. Aliás, nunca, antes, seleção tão favorita ao título quanto esta. Ao menos é o que dizem ou escrevem os entendidos. Ou que se acham — hoje, se quiser, você posa, fácil, de experto em Copa do Mundo. Não me recordo se tenha falado e escrito tanto a respeito; nem há lugar ou produto onde não seja lembrada.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;Há, portanto, diferenças daquela. Consideráveis, até. Mas acho que esse clima otimista, mesmo assim, me faz lembrá-la... Não! Não se repetirá!!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;Era, então, um coração adolescente. Não só por isto, claro, mas já amanheceu avexado, quase taquicárdico, naquele 05 de julho de 1982. Havíamos passado, e muito bem, pela antiga União Soviética, Escócia, Nova Zelândia e, principalmente, metemos três, três dias antes, na arqui-rival e campeã mundial de 1978, Argentina (argh!), fatos já bastantes a desencadear os acelerados batimentos, que assim o eram menos por receio e mais por excitação pela alegria que se avizinhava. Tínhamos ótimo técnico (Telê), que fazia o time jogar pro gol, com raras beleza e alegria, além de Leandro, Oscar, Júnior, Toninho Cerezzo, Falcão, Sócrates e Zico, pra ficar só nesses artistas da bola.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;Nessas circunstâncias, como imaginar algo diferente de uma vitória em cima da Azzurra, que se classificara empatando com Peru, Camarões e Polônia? Bem, talvez um coração adulto, mais experiente, por cautela cuidasse de pôr as barbas de molho... Afinal, tratava-se do futebol, uma “caixinha de surpresas” (nem sempre vence o melhor). E ela, a Itália, também acabara de vencer a (argh!) Argentina. Mas o que esperar-se de um jovem coração verde-amarelo, cego de paixão e ainda imberbe?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;Não deu outra... Perdemos o jogo (3 x 2), que ficou conhecido como “a tragédia do Sarriá”, referências à inesperada derrota e ao estádio, históricos. E a Copa. Silêncio no meu mundo, só rompido pelo choro seco, interno. Pelo que penei, foi o jogo da minha vida.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;Passei um bom tempo sem comer macarrão. Só pra me vingar. Emagreci. Gostei. Não há mal que não traga um bem.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;Feliz Copa pra nós!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:85%;"&gt;___________&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:78%;"&gt;Publicada no jornal Gazeta de Alagoas, de 13/06/2006&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4870423420126121721-1347815875971257182?l=bolagoana.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bolagoana.blogspot.com/feeds/1347815875971257182/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4870423420126121721&amp;postID=1347815875971257182&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/1347815875971257182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4870423420126121721/posts/default/1347815875971257182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bolagoana.blogspot.com/2007/11/memrias-e-futebol-macarro-no.html' title='Memórias e Futebol. Macarrão, não.'/><author><name>André Falcão de Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07015131066567545065</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-SAw42OCE88w/Tg9-4G_o4QI/AAAAAAAAAms/GoYLXSKo-E0/s220/silvioeugenio_M406.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
